Método Audiolingual - Apresentação do dia 09 de Novembro - Inglês

Método Audiolingual - Apresentação do dia 09 de Novembro - Inglês

Método Audiolingual

Henrique Nunes - RA –20171079

Heitor Serpa – RA - 20171707

Maria da Conceição Carvalho - RA - 20171966

Método Direto

O Método Direto é caracterizado sobretudo pelo uso da língua-alvo como meio para instrução e comunicação em sala de aula, e os alunos devem aprender a pensar na língua-alvo o quanto antes. (...) Ensinam-se vocabulário e sentenças do cotidiano, sendo que o vocabulário concreto é ensinado através de demonstrações, objetos, figuras e o abstrato é explicado através de associação de ideias. Novos pontos são ensinados oralmente, a habilidade de comunicação é construída, gradativamente, organizada em perguntas e respostas entre professor/aluno, aluno/professor, e, em alguns momentos, aluno/aluno – tanto o “falar‟ quanto o “ouvir” são ensinados. Há a prática de exercícios envolvendo transposições, substituições, ditado, narração.

(PEDREIRO, 2013)

Descrição do Método Audiolingual

O aluno é incentivado a associar um estímulo auditivo a imagens sugestivas e tentar reproduzir o que ouve sem se preocupar com a estrutura gramatical ou o significado exato das palavras. O desempenho linguístico como um comportamento a ser automatizado através do hábito, exercitando os famosos pattern drills , e não através da compreensão cognitiva. (UPHOFF, 2008)

Pattern drill: É um tipo de exercício que serve para automatizar estruturas linguísticas. O aluno repete sempre a mesma estrutura básica, modificando apenas alguns elementos lexicais. Ex. “This is a book. What is this? It is a book.” – “This is a notebook. What is this? It is a notebook.” – “This is a pen. What is this? It is a pen.”

Pattern drill: É um tipo de exercício que serve para automatizar estruturas linguísticas. O aluno repete sempre a mesma estrutura básica, modificando apenas alguns elementos lexicais. Ex. “This is a book. What is this? It is a book.” – “This is a notebook. What is this? It is a notebook.” – “This is a pen. What is this? It is a pen.”

(FONSECA, 1967)

Características do Método Audiolingual

  • Os tópicos a serem aprendidos são sempre introduzido em forma de diálogo.

  • O aprendizado depende em grande parte de memorização de conjuntos de orações e repasse constante do assunto.

  • Padrões da estrutura da língua são ensinados através de exercícios de substituição estrutural.

  • Há pouca explicação gramatical e a gramática é ensinada preferencialmente por meio de analogias indutivas.

  • O vocabulário é extremamente limitado e restrito ao contexto.

Há uso de fitas, laboratórios de idiomas e recursos visuais.

  • Há uso de fitas, laboratórios de idiomas e recursos visuais.

  • Dá-se grande importância à correção da pronúncia

  • É permitido pouquíssimo uso da língua materna do aluno.

  • Há reforço imediato das respostas corretas através de pontuação ou elogio.

  • Há grande esforço do aluno para produzir enunciados sem erros.

  • Há um forte tendência em manipular a língua e desconsiderar o conteúdo.

(VILAS BOAS, VIEIRA e COSTA, s/d, p. 6)

Singularidades:

  • “a aprendizagem só ocorria quando o aluno tivesse realizado a superaprendizagem, isto é, quando tivesse automatizado a resposta; menos do que isso não era aprendizagem.”

  • Deve-se aprender a língua e não sobre a língua – a aprendizagem acontece a partir da sua prática e não por explicações de regras gramaticais, estas, por sua vez, devem ser aprendidas intuitivamente, a partir de analogias.

  • O professor continua sendo o centro no processo. O papel do aluno é passivo, não há estímulo para que este tome iniciativa ou contribua de maneira significativa no seu processo de aprendizagem.

  • Não há estímulo para que o aluno pense por si, reflita, tire suas conclusões e tenha a sua opinião formada sobre determinado assunto, o que se apresenta e se espera de resposta é algo pré- estabelecido, impossibilitando, assim, o uso efetivo da língua alvo.

  • Além da limitação na aprendizagem, observamos, também, a crescente desmotivação por parte dos alunos ao estarem sempre expostos às mesmas atividades de repetição e memorização.

(Leffa, 1988)

REFERÊNCIAS

FONSECA, João. New Spoken English. Basic Course. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1967, p.1

LEFFA, Vilson J. Metodologia do ensino de línguas. In BOHN, H. I.; VANDRESEN, P. Tópicos em linguística aplicada: O ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988.

___________ O ensino de línguas estrangeiras no contexto nacional. Contexturas, APLIESP, n. 4, p. 13-24, 1999. Disponível em: file:///C:/Users/Heitor/Downloads/lingua+est.pdf Acesso em: 05 nov. 2017.

PEDREIRO, Silvana. Ensino de línguas estrangeiras – métodos e seus princípios. Especialize, revista on-line, janeiro, 2013. p 1-14. Disponível em: file:///C:/Users/Heitor/Downloads/8690e1801f0fee0e80ff9fcb75d14a0d.pdf Acesso em: 01 nov. 2017.

UPHOFF, Dörthe. “A história dos Métodos de Ensino de Inglês no Brasil”. In: BOLOGNINI, Carmen Zink. A língua inglesa na escola. Discurso e ensino. Campinas: Mercado de Letras, 2008, p. 9-15. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/143910/mod_resource/content/1/Uphoff%202008.pdf Acesso em: 03 nov. 2017.

VILAS BOAS, Carlos Henrique Souza; VIEIRA, Dark dos Santos; COSTA, Ivana Mara Ferreira. Métodos e Abordagens: um breve histórico do ensino da língua Estrangeira. s/d. p. 1-9. Disponível em: http://www.ensino.eb.br/artigos/artigo_edu_metodos.pdf Acesso em: 02 nov. 2017.

ATIVIDADE

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