Trabalhho escrito Morfologia coleta

Trabalhho escrito Morfologia coleta

Universidade Federal do Piauí Campus Professora Cinobelina Elvas Curso de Engenharia Agronômica Disciplina: Morfologia e Física do Solo

Professor: João Carlos Medeiros

Relatório de Aula Prática Estrutura e Textura do Solo

Acadêmicos:

Gilnair Nunes Monteiro

Miquéias de Lima Santos

Jhoice Ferreira Borges Alef Duarte Alves

Bom Jesus - PI

Outubro de 2017

e de água que as plantas em crescimento podem obter (EMBRAPA, 2003)

A estrutura do solo consiste na disposição geométrica das partículas primárias e secundárias; as primárias são isoladas e as secundárias são um conjunto de primárias dentro de um agregado mantido por agentes cimentantes. O ferro, a sílica e a matéria orgânica são os principais agentes cimentantes. A textura e a estrutura do solo influenciam na quantidade de ar

desenvolvimento, ou coesão dentro e fora do torrão

De acordo com Lepsch (2002), as partículas de areia, silte e argila encontram-se em condições naturais, aglomeradas em partículas compostas, referidas com frequência como agregados ou torrões. A estrutura é o aspecto do conjunto dos torrões que aparecem naturalmente no solo. Eles têm formato e tamanhos variados e estão separados uns dos outros por pequenos fendilhamentos. Deste modo, para examinar a estrutura do solo, o pedólogo retira com uma faca ou com o martelo pedológico um bloco de terra de um horizonte e procura selecionar com os dedos aqueles torrões que, em condições naturais, estão fracamente ligados uns aos outros. Depois que estão separados verificam-se sua forma, tamanho e grau de

Convém ressaltar que a formação de estruturas é ocasionada por diversos fatores, que podem ser visualizados como agindo em suas etapas: a) ajuntamento das partículas do solo

(LEPSCH, 2002)

(argila, silte e areia); b) aparecimento de fendas que separam as unidades estruturais (os torrões)

(LEPSCH, 2002)

A aderência (ou ajuntamento) das partículas unitárias é provocado por substâncias que têm a propriedade de ligar as partículas umas às outras. Entre as principais estão certos produtos orgânicos advindos da decomposição de restos vegetais e substâncias minerais, como óxidos de ferro e as próprias argilas. Depois que as partículas são ajuntadas por esses agentes, a umidade e ressecamento alternados causam inchação e encolhimento da massa do solo, o que provoca sinais de rachaduras e conglomerados de partículas, os quais terminam por formar torrões do solo. Porém, nesta etapa outros processos podem agir e provocar rachaduras como, por exemplo, a ação da penetração das raízes e as galerias cavadas pelos pequenos animais que vivem no solo

Entre os torrões do solo encontram-se os poros maiores ou macroporos e, dentro dos torrões os microporos. A quantidade de macroporos depende do modo com que os torrões se juntam da mesma forma que o número de cômodos de uma casa depende da disposição de paredes, explica LEPSCH (2002).

como densidade, umidade, porosidade, textura entre outros

O objetivo da aula prática foi encontrar e analisar os dados referentes à coleta do solo,

Material utilizado:

Baldes Enxada

Martelo e castelo

Cilindros

Água

Estufa

Paquímetro

Faca

Régua

Bandeja

Panela de pressão

Balança

cm e 20-40 cm, após isto foi levado em laboratório para posterior procedimentos

Foram coletadas 3 amostras de solo, no mesmo local, nas profundidades 0-10cm, 10-20

Procedimentos: 1. Fazer a limpeza do cilindro e colocar em toalete;

2. Proceder com a pesagem dos cilindros, na balança; 3. Pôr para saturar as amostras; 4. Levar amostras para panela de pressão e submeter a pressão de 0,3 Bar; 5. Fazer a pesagem novamente;

6. Por em estufa a 105º C, para secar as amostras; 7. Depois de seco, fazer a pesagem;

8. Proceder com a pesagem de cilindro sem solo e toalete e ligas

Amostra 1 (0-10) Amostra 2 (10-20) Amostra 3 (20-40)

Densidade do Solo

Porosidade

Micro Porosidade

(MIP) 18% 20% 16%

Macro Porosidade

(MAP) 20% 10% 23%

Grau de compactação (Gc)

Umidade

Gravimétrica (Ug)

Umidade Volumétrica (Uv)

30,74%23,6% 16,64%

Então,

Analisando os dados obtidos da coleta do solo com amostras não deformadas, feitas com o auxílio de cilindros foi classificado como franco arenosa de acordo com o triangulo textural. Em que sua densidade está na faixa ideal para textura arenosa, apresentado variações de 1,63 até 1,84 Mg.dm-³, onde está no ponto crítico de compactação de acordo com as literaturas. Sabendo que quanto mais profundo mais denso ficar o solo. Analisando a amostra 3 percebe-se uma diferença em valores com a amostra 2, onde a amostra 2, está mais compacta em comparado com a amostra 3, podendo ter uma camada mais compactada na amostra 2.

A porosidade do solo apresenta resultados de 30 a 39%, de acordo com as literaturas, esse solo está muito degradado, pois o valor ideal para a porosidade é de 50%. Sabendo que a porosidade textural, predominante em solos arenosos (pouco estruturados), um exemplo nosso solo ainda que tenha um horizonte A, com um pouco de argila.

Em relação a porosidade, os MIP apresentam valores maiores que os do MAPO grau

de compactação do solo está em torno de 89% não sendo considerado ideal. A amostra 2 está compactada.

(aeração, suscetibilidade a erosão e retenção de água, etc.) afim de melhor explorá-lo

Durante a aula prática pôde-se observar o quão é complexa uma análise de solo e sua importância. Portanto, a partir dos resultados obtidos podemos concluir que a análise textural e estrutural dos solos permite conhecer melhor cada tipo de solo e suas respectivas propriedades

A partir da introdução de novos materiais didáticos em sala de aula, plantões de dúvidas e produção de material didático (roteiro de aula prática) foi possível implementar o processo ensino-aprendizagem, principalmente, no tema relacionado com a Física e morfologia do solo, trazendo para o cotidiano as análises de solo.

Pratica foi de suma importância pôr está em contato direto com o solo, estudando e caracterizando, desenvolvendo suas habilidades e aperfeiçoado o visto em sala no laboratório, tendo um grande rendimento e entendimento.

o

1. EMBRAPA. Cultivo de Algodão Irrigado. 2003. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Algodao/AlgodaoIrrigad

2002

2. LEPSCH, Igo F. Formação e Conservação Dos Solos. Ofina de Textos. São Paulo.

3. TEIXEIRA, Wilson. FAIRCHILD, Thomas Rich. TOLEDO, M. Cristina Motta de.

TAIOLI, Fabio. Decifrando a Terra – 2a edição. Companhia Editora Nacional. São Paulo. 2009.

Peso das Amostras

Cilindro:Peso da liga e toalete
31-75,13g1,58 g

PROFUNDIDADE ARGILA AREIA SILTE 0-20 20 72 8 20-40 18 75 7

(31) ALTURA= 37,28 DIAMETRO= 60,25 PESO CILINDRO= 75,13

ALTURA= 37,24 DIAMETRO= 59,80 PESO CILINDRO= 74,83

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