EP 6 Arquitetura produto Badminton

EP 6 Arquitetura produto Badminton

Universidade Federal de Alfenas – UNIFAL – MG

Instituto de Ciência e Tecnologia

ICT 46 – Gestão de projetos e Produtos

Professor Dr. Maicon G. Oliveira

ARQUITETURA PARA PRODUTO DE BADMINTON

DIEGO MEGDA

FARLEY FLAUSINO

ROGER DE SOUZA

THAYNÁ NASCIMENTO

Poços de Caldas

Maio 2014

1. Objetivo

Identificar a função global, modelar funções do produto e identificar

princípios de solução e definir alternativas de solução . Além de definir a arquitetura do produto e os principais SSCs.

2. Introdução

Trabalhar a modelagem funcional de um produto, possibilita a obtenção de uma estrutura para o produto sem restringir espaço para pesquisa de soluções específicas [1]. Segundo Rosenfeld (2006), as funções descrevem as características e capacidades desejadas e também necessárias, para que um produto se torne capaz de desempenhar seus objetivos e especificações.

Para evoluir dos conceitos abstratos, relacionados às funções, para conceitos mais concretos, podemos atribuir princípios de solução para as mesmas. Diversos métodos são apontados na literatura para solucionar algumas etapas de problemas mais complexos, podem ser citados métodos como o Brainstorming e o Método 635. O primeiro, é aplicado para solucionar problemas simples e se caracteriza pela quantidade de ideias e não pela qualidade. Já o segudo, gira em torno de quantidades menores de ideias geradas inicialmente e que são trabalhadas, de forma a obter melhores e mais completos resultados.

3. Definição da Função Global e Funções do Produto

A Função Global de um produto permite sintetizar o que se espera do produto projetado. Esta é baseada na análise dos requisitos funcionais listados nas especificações-meta do produto.

A seguir é mostrado o desdobramento da Função Global em funções mais simples do produto, assim como as entradas e saídas do processo que definem a interação do produto com o ambiente.[1]

Figura 1 – Entradas e Saídas do processo e Função Global

Figura 2 – Desdobramento da Função Global em Funções Simples

4. Definição dos Princípios de Solução para as funções

Pode-se atribuir uma ou mais soluções para cada função apresentada. Esta atribuição permite passarmos de uma visão ampla e abstrata para algo concreto e bem definido. Busca-se então um efeito físico e de um portador de efeito físico que realizem o objetivo da função. Através deste processo chegamos aos princípios de solução. Nas tabelas a seguir, são apresentados 5 princípios para cada função.[1]

COMPLETAR COM OS PRINCÍPIOS QUE EXPLIQUEI NO POST DO FACE

FUNÇÃO

PRINCÍPIOS DE SOLUÇÃO

Modelagem da parte superior da raquete

e dimensionamento

Utilizar as medidas de outras raquetes como padrão.

Anexar tela de fios à cabeça da raquete

Aplicar tensão sobre os fios, em seguida colar

Modelagem das partes do cabo

Seleção de material para o cabo

Anexar roscas e encaixes, e travas de segurança.

Escolher o tipo de rosca com encaixe mais eficiente, respectivas dimensões,

Trava impedindo que as roscas desfixem-se

Anexar superfície anti derrapante

Costura

Colagem

Prensagem

Pintura

Escolha da arte

Tabela 1 – Princípios de Solução

FUNÇÃO

PRINCÍPIOS DE SOLUÇÃO

Modelagem do cordão utilizado como conector entre a luva e a raquete (conector)

Escolha de material,

Material com elasticidades razoável

Corte e costura da base da luva

Utilização de gabaritos

Modelagem da superfície antiderrapante da palma da luva

Seleção de material mais eficiente,

Colocar camada de enchimento

Anexar cordão de conexão entre a raquete e luva.

Tabela 2 – Princípios de Solução (Continuação)

Após a criação dos princípios de solução, estes podem ser combinados gerando alternativas para o produto. Estas são apresentadas na tabela a seguir.

COMBINAR AS FUNÇÕES E DESENVOLVER ALTERNATIVAS PARA O PROCESSO

FUNÇÕES

ALTERNATIVA 1

ALTERNATIVA 2

ALTERNATIVA 3

Modelagem da parte superior da raquete

e dimensionamento

Anexar cordas na raquete

Modelagem das partes do cabo

Anexar roscas e encaixes

Anexar superfície anti derrapante

Pintura

Modelagem do conector

Corte e costura da base da luva

superfície antiderrapante da palma da luva

Colocar camada de enchimento

Anexar conector

Tabela 3 – Alternativas para o produto

5. Arquitetura do produto

Segundo Rozenfeld: “A arquitetura de um produto é o esquema pelo qual

os elementos funcionais do produto são arranjados em partes físicas e como essas partes interagem por meio de interfaces.”. Então, as alternativas de solução são desdobradas em Sistemas, Subsistemas e Componentes (SSC), que deverão atender às funções do produto, e estes são integrados.[1]

Desenvolver modelo de concepção para a arquitetura do produto a partir das alternativas de soluções

A partir dos processos já realizados, foi possível criar a arquitetura do produto e ainda suas vistas, apresentadas nas figuras a seguir.

Figura 3 – Arquitetura do Produto

Figura 4 – Vistas do produto

− Desenhar em CAD a arquitetura proposta para o produto. Entregar desenho

3D e 2D, contendo no mínimo três perspectivas (vistas) do produto.

6. Referências

[1]ROZENFELD et al. Gestão de Desenvolvimento de Produtos: uma referência para a melhoria do processo. São Paulo: Saraiva, 2006.

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