FACULDADE NATALENSE DE ENSINO E CULTURA

Francisco das Chagas Silva

Questionário

Fenomenologia, Positivismo e Marx...

Abordagens Filosóficas

Profº LUCAS MAFALDO

NATAL

2011

FACULDADE NATALENSE DE ENSINO E CULTURA

Questionário

Fenomenologia, Positivismo e Marx...

Trabalho a ser apresentado a disciplina de Filosofia. Curso de Serviço Social. 1º Período. Faculdade Natalense de Ensino e Cultura Professor: Lucas Mafaldo

Natal

2011

  1. Definição de fenomenologia:

R.: Representa uma tendência dentro do idealismo filosófico, subjetivo, que vem a influenciar a filosofia contemporânea, este processo de E. Hüsserl (1859-1938 podem estar baseadas em Platão, Leibnitz, Descartes e Brentano. Posso dizer que a fenomenologia tem o conceito da Intencionalidade de buscar o fenômeno, o acontecimento, é também o estudo das essências e de todos os problemas, da percepção e da consciência, um estudo sobre a exposição do espaço, do tempo e do mundo vivido com descrição direta desta experiência tal como ela é,

  1. O que é o fenômeno no lugar objeto do positivismo.

R.: Procurar entender a filosofia como uma concepção de mundo que explica a natureza e a sociedade, sobre alguns aspectos de alcance dentro da ciência, gerando uma tendência de aplicação, pois elevou a importância no processo de construção do conhecimento, principalmente na pesquisa educacional permitindo dentro dos estudos a discussão dos pressupostos naturais, os óbvios, o que de além do concreto surge.

  1. As críticas de Hüsserl ao positivismo. Comentar:

R.: Sãoaos sistemas vigentes da época como a Psicologia (Psicologismo), a História (Historicismo), a Sociologia e a Filosofia (Naturalismo)... O positivismo firmava-se sobre três estados específicos: o teológico (que explica os fatos por meio de vontades análogas à nossa), o metafísico (substituindo os deuses pela natureza) e o positivo (a procura pelos porquês finais é substituída por segmento de lei). No positivismo cada instância do humano se aplica a um estado.

  1. As considerações de Marilena Chauí sobre a subjetividade.

R.: Relata que a partir da relação do sujeito (noesis) e do obejeto (noemas) surge a intencionalidade devido ao movimento que leva uma ao outro como uma busca empática, colocar-se no lugar de... Como forma de comunicação seja pela fala ou pela escuta, respondendo com uma expressividade de forma geral, cabendo a ela, a relação, distinguir e revelar o que há de essencial desta percepção, recordação e imaginação. Diz em seu livro Convite á filosofia que Hüsserl é portador da filosofia rigorosa.

  1. O funcionamento da consciência e as 03 dimensões. Explicar:

R.: Para Hüsserl a consciência é mediadora entre o sujeito e o mundo, não se encontra dentro do sujeito, mas fora exercendo a função de: Intencionalidade, temporalidade e horizonte, e possibilita ao homem conhecer o universo.

Intencionalidade: é a consciência como ato, consciência de alguma coisa, ou seja, descreve as formas e suas diferentes relações entre o sujeito e o mundo. Formada por atos que são, por exemplo, a memória, percepção, especulação...

Temporalidade: responde ao fato da consciência intencional ser uma parte deste tempo, procurando pela percepção de uma identidade ao longo de uma sobreposição de figuras e que da necessidade ou d significado do objeto é que nos lembraremos dele.

Horizontalidade: seria uma linha de pensamento e pesquisa, sugere-se que a consciência é atualizada sobre ter consciência de algo, uma somatória de potencialidades ou desejos de nosso estado passado, antecipados, sugeridos, suspeitos, assemelhados, contrastados... Enfim a relação objeto-sujeito tem significado e importância. São pesquisas conscientes que precisam de resultados na busca.

  1. A pretensão de Hüsserl para a fenomenologia como método. O que representa o universal e o verdadeiro?

R.: A pretensão é explicar o movimento que acontece entre a relação do sujeito e do objeto e dar respostas às questões como o que é o conhecimento? Como saber o verdadeiro e o falso? Matéria vem primeiro ou espírito? Buscando a resposta á própria existência, diz que é necessário que se saiba como se conhecer e que não se devem ignorar tudo o que é relacionado com este ato de conhecer, até mesmo a subjetividade. Em seu método o universal é aquele que generaliza, de comum uso a todos e o verdadeiro é aquele que cabe a cada um em sua percepção do sujeito em relação com o objeto. Sendo que para Marx na sua Ideologia de pensamento (materialismo dialético) a diferença de verdadeiro e falso: é um conjunto de proposições elaborado, na sociedade burguesa, com a finalidade de fazer aparentar os interesses da classe dominante com o interesse coletivo, construindo uma hegemonia daquela classe. A manutenção da ordem social requer dessa maneira menor uso da violência. A ideologia torna-se um dos instrumentos da reprodução do status e da própria sociedade. O método precípuo da ideologia é a utilização do discurso lacunar (Althusser). Nesse, uma série de proposições, nunca falsas, sugere uma série de outras, que são. Desse modo, a essência do discurso lacunar é o não dito (porém sugerido). 'Todos são iguais perante a lei' (verdade, numa sociedade burguesa) sugere que todos são iguais no sentido de terem oportunidades iguais (o que é falso, devido à propriedade privada dos meios de produção). A ideologia surge na produção intelectual e acadêmica, é consolidada nas instituições e divulgada na imprensa especializada e diáriaA sociedade de elite não produz sua ideologia, 'importa' elementos da ideologia liberal, sem as condições concretas em que aquela foi produzida. A ideologia da elite adquire suas feições peculiares em decorrência desse processo.

  1. A importância da subjetividade e do não visível para o conhecimento? Comentar:

R.: É despertar a reflexão sobre o conjunto de informações levantadas, que serão organizadas para oferecer a resposta da busca, domínio sobre a natureza e novas descobertas... Ele propõe um retorno ao ponto de partida que seja de fato o primeiro, seria sempre um ponto de retorno ou recomeço, identificando o ato de fato e o ver de acordo com o olhar de quem o percebe, reunindo o fenômeno de movimento causado dos atos intencionais do sujeito com a essência do objeto a quem o sujeito se direciona...

  1. A experiência do sujeito e o que é percebido por ele (significado) é uma referência para o conhecimento. Comentar:

R.: De sua formação consciente e prática, seu ponto de partida, de se saber em que linha do tempo se encontra, do porque precisava daquele objeto ou daquela proposta, faz com que se reconheça como ser social, que interfira na produção, que use dos instrumentos sociais e econômicos, pode perceber de maneira que conceda uma resposta à própria identidade e personalidade como uma organização impar de acordo com as premícias reunir as essências a realidade e a possibilidade, mas acordando que é um conjunto que vai além do material e sim um conjunto de normas que lhe podem orientar dentro da natureza e no meio...

A COISA MAIS BELA QUE O HOMEM PODE EXPERIMENTAR É O SENTIDO DO MISTÉRIO. É A FONTE DE TODA VERDADEIRA ARTE E DE TODA VERDADEIRA CIÊNCIA. QUEM NUNCA EXPERIMENTOU ESSA SENSAÇÃO, ENCONTRA-SE MORTO; SEUS OLHOS ESTÃO FECHADOS. (...)” ALBERT EINSTEIN

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