Apostila - História da Amazônia

Apostila - História da Amazônia

FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA

DISCIPLINA: HISTÓRIA DA AMAZÔNIA I 5º semestrePROFESSORES: ADALBERTO MURILO

ANA PAULA

KELY REGINA

NATALLIE CHAGAS

História da Amazônia

I – Arqueologia da Amazônia

A ocupação humana pré-colombiana na Amazônia foi um período caracterizado por alternâncias entre períodos estáveis e outros de mudanças bruscas na economia, política e social. Isso se nota nas transformações nos padrões de ocupação a partir de 2000 anos atrás, cujo aspecto notório está relacionado ao aumento do tamanho, densidade e duração de ocupação nos sítios arqueológicos.

Também são visíveis diferentes tradições ceramistas (alguns locais, outras com influências externas) que refletem uma explosão cultural. Estruturas de defesa no Alto Amazonas, somente citando um exemplo, refletem conflitos armados. Em torno de 1000 a. C existem evidencias de que ocorreram mudanças climáticas e ecológicas, como aumento de pluviosidade e expansão florestal sobre áreas cobertas por vegetação aberta, que levaram a expansão de modos de vida agrícola. A adoção da agricultura trariam transformações que estariam relacionadas a, por exemplo, expansão de grupos falantes de língua do “tupi” e “arauak”.

1-Terras Pretas: mostram as modificações nos ambientes amazônicos a partir das populações indígenas antes da conquista. É um solo muito fértil e estável. As mais antigas foram achadas nas extremidades opostas da bacia amazônica (Ilha do Marajó e alto Rio Madeira, onde também se encontra grande diversidade lingüística e entre falantes do “tupi” e onde podem ter acontecido domesticação de importantes plantas ) com cerca de 4000 anos. A formação das terras pretas pode ter ocorrido a partir do acúmulo contínuo de resíduos orgânicos, o que indicaria ocupações passadas no solo de sociedades sedentárias.

2-Tradição Pocó: registram o período anterior a constituição de grandes aldeias com terras pretas. As cerâmicas tem características comuns a outras identificadas no litoral colombiano. Isto é explicado pela hipótese de que as populações que as produziram tenham sua origem no norte do continente. O período marcado por essas cerâmicas ficam mais evidentes nos processos de ocupação nas áreas próximas à várzea.

3-Tradição Polícroma: Suas representantes são as cerâmicas marajoaras. As semelhanças entre estas e as tradição polícroma envolvem pinturas em vermelho, laranja e preto sobre base branca; decoração com modelado e incisão. Mas existem variações entre as cerâmicas e sítios dessa tradição. A cronologia mostra que os sítios se tornaram mais recentes à medida que se percorre o Amazonas-Solimões e seus afluentes, desde a foz do rio até os contrafortes andinos; isso explica a sua origem amazônica, negando a proposta de Meggers e Evans. As populações produtoras são aquelas que testemunharam a passagem de Carvajal e Orellana e foram descritas por eles.

Cerâmica Marajoara

Esta cerâmica se caracteriza por diversificadas formas e decorações. Existem urnas funerárias, vasos, estatuetas, pratos, tangas e bancos. A decoração inclui motivos antropomorfos, zoomorfos e abstratos com combinações de preto, vermelho, laranja e branco. Os sítios característicos são os aterros artificiais ou tesos, localizados na Ilha do Marajó. Dois arqueólogos norte-americanos, Betty Meggers e Clinford Evans, iniciaram seus estudos na região e propuseram que essas populações eram originárias dos Andes, que não teriam encontrado condições de manter os mesmos padrões complexos das sociedades andinas, assim, elas teriam passado pela evolução do complexo para o simples (de acordo com o paradigma norte-americano da época). Eles também propuseram que a fase marajoara teria sido reflexo de mudanças culturais (proposta negada por Mário Simões e Anna Roosevelt, que mostram que tal fase durou quase 1000anos).

Bancos para os Xamãs Estatueta imitando falo Tanga Marajoara

Urna funerária pintada com formas femininas Vasilhas para alucinógenos

4-Tradição Inciso e Panteada: contemporâneos aos da tradição polícroma, os sítios podem ser grandes e associados as terras pretas. As mais conhecidas cerâmicas são os tapajônicos, de formas complexas e técnicas de pintura e modelado.

Cerâmica Tapajônica

Os objetos mais conhecidos são os vasos de cariátides ( figurinhas que sustentam o vaso) e de gargalo, cuja decoração é modelada e composta por motivos antropomorfos e zoomorfos. Os poucos dados disponíveis indicam que sua ocupação remonta ao final do primeiro milênio e durou até o século XVII. Os missionários que conviveram com essa sociedade deixaram relatos, de onde podem ser retiradas varias informações. Assim como na região de Parintins, na região dos rios Nhamundá e Trombetas também existem cerâmicas dessa tradição, chamadas Kanduri: os vasos são maiores e predominam motivos antropomorfos e zoomorfos. São menos conhecidos, mas acredita-se que sua sociedade tenha sido contemporânea a tapajônica. Um aspecto importante é a existência de estatuetas de pedra polida e de muiraquitãs (pedra verde esculpida em forma de sapo). Os apliques do vaso eram modelados a mão (um a um) por artesãos especializados.

O jacaré e a onça pintada aparecem com freqüência, Estatueta feminina

assim como o urubu-rei (ave sagrada para os tapajônicos) representando o cotidiano

O muiraquitã era usado pelas mulheres No gargalo se colocavam penas coloridas

como amuleto para prevenir doenças e evitar a infertilidade

5-Cerâmica de Maracá: incluem urnas funerárias zoomorfas e antropomorfas. Essa cerâmica já apresenta uma datação. É marcada pela decoração pintada e modelada e por diversificadas formas. Existe uma relação entre os índios Palikur (habitantes atuais do litoral norte do Amapá) e os produtores dessa cerâmica: essa hipótese, se correta, mostra que os Palikur vivem nessa área há cerca de 1500 anos. Isso permite o uso da tradição oral na identificação e estudo de sítios na região. Mas existem grupos indígenas que se preocupam com o uso do conhecimento arqueológico.

Grande parte das terras indígenas amazônicas estão longe do rio Amazonas. Áreas próximas ao rio, porém, estão ocupadas por sítios arqueológicos e descendentes caboclos, não pelos indígenas. Isso se deve ao extermínio efetuado na chegada dos colonizadores: guerra, escravidão e doenças. No século XVIII, muitas regiões já estavam bastante esvaziadas.

O ciclo da borracha, no final do século XIX até o inicio do século XX, foi o ponto final para a destruição de muitos grupos. Na mesma época se iniciam os estudos antropológicos. Talvez tenha sido isso que fortaleceu a imagem de intenso povoamento na Amazônia, imagem que vem mudando graças à arqueologia.

II – Povoamentos Indígenas nos séculos XVI a XVIII

O desaparecimento das nações indígenas que viviam ao longo do Amazonas e sua substituição por índios descidos dos afluentes pelos colonizadores resultará numa etnografia diferente daquela encontrada pelos primeiros exploradores. Desaparecem padrões demográficos e organizacionais do povo original e surgem novos grupos. Isso levará ao desenraizamento e ao processo de aculturação intertribal e interétnica. Essa nova população irá assimilar novas técnicas essenciais ao manejo fluvial. Elas constituirão a cultura do tapuio ou caboclo, da qual também irá fazer parte a população branca e mameluca da região.

O conhecimento dos povoados ribeirinhos do rio Amazonas começa com o mito das amazonas americanas e das terras de Omagua e El Dorado. O cronista de Orellana, Carvajal, transcreve o país habitado por tais mulheres guerreiras, questão que será abordada no próximo tópico. A credibilidade desses relatos atualmente, embora prejudicada por tais mitos, ajuda através da narrativa, a conhecer certos elementos importantes como a disposição dos povoados, os aspectos populacionais, dentre outros.

Outros cronistas do século XVI confirmam e completam as notícias de Carvajal. Relatos de Diogo Nunes e da viagem de Ursua e Aguire abordam aspectos que estão longe da fantasia, como as questões demográficas, a quantidade de povoados e a abundãncia de mantimentos.

Quando a ilusão de fabulosas riquezas acabou, franceses, hoalndeses e ingleses estabelecem feitorias e relações de escambo na região. Os portugueses reagem e desalojam os invasores. A chegada a Belém de dois franciscanos através dos rios Napo e Amazonas mostrou a viabilidade de se chegar ao Peru através do Amazonas.

Abaixo, estão alguns povos principais das regiões do Alto e Médio Amazonas e suas principais características sobre as bases territoriais, etnias e relações genéticas, filiações lingüísticas e traços culturais importantes.

OBS: A várzea faz parte do sistema fluvial do rio Amazonas; é um tipo de solo constituído de elementos depositados pelas inundações características da área. É o leito maior dos rios, podendo ocorrer em suas duas metades ou somente em uma. Pode também inexistir em certos trechos, de acordo com a região. A várzea não é um ecossistema homogêneo; seu ciclo biótico depende do regime fluvial. Essa área concentra grande parte da história indígena do rio Amazonas.

1- Província de Aparia

Também chamada Carari, estendia-se desde o rio Napo até a região de São Paulo de Olivença. Seu povoado principal, Aparia Grande, situava-se próximo a foz do Javari. Era composta por cerca de vinte povoados com até cinqüenta casas grandes. O poder político se centraliza nas mãos do chefe do povoado principal. Nessa região e também naquela ocupada pelos aricana se encontravam, no séc. XVI, os omagua. Conta a hipótese sobre essa descendência (omagua -> aricana), só existe um argumento: a ausência de referências físicas do omagua, que seria a deformação artificial do crânio.

2- Província de Machiparo

Inicia-se no séc. XVI e estende-se pela margem direita do Amazonas, desde a foz do Tefé até a do Coari, e pela margem esquerda, cuja extensão é indeterminada. Mais tarde, os asuari seriam seus habitantes.

3- Província de Oníguayal

Também chamada de Omágua (não eram os mesmos que ficaram conhecidos por esse nome nos séculos seguintes, pois a língua era diferente da de aparia). Estendia-se duas léguas acima do Coari até a foz do Purus. Mantinham relações com tribos habitantes de terra firme; produziam cerâmica polícroma e vitrificada em sua maior aldeia; sua localização geográfica afirma serem os Yoriman ou Yurimagua ou Solimões (tidos como belicosos, não usvam roupa, moravam em casas comunais e mantinham comércio com tribos vizinhas).

4- Paguana:

Nome do chefe desse povoado que começava acima da foz do Purus e terminava acima do rio Negro. Eram dois povoados: no primeiro se encontrava acima da foz do Purus e foi chamado “dos bobos” (devido a docilidade indígena) e o segundo se encontrava na parte oriental, nomeada “viciosa” (devido a aparência aguerrida). Os cuchiguara podem ter sido seus descendentes ou um contigente que não havia migrado. Na margem direita, acima da barra do rio Negro, viviam os caripuna; na margem oposta, tribos conhecidas como carabuyana.

5-Tupinambarana

Ilha que constituía grande parte da margem direita do Amazonas. Os tupinambá, no séc. XVI, deviam estar se estabelecendo nela. De acordo alguns relatos, esse estabelecimento teria ocorrido a partir do nordeste brasileiro, atravessando as chapadas amazônicas meridionais até os primeiros estabelecimentos espanhóis bolivianos, descendo o rio Madeira e se fixando na ilha.

6-Conduris e Tapajós

O primeiro se refere ao grupo registrado com este nome na bacia do Nhamundá e Trombetas. Também lembra o nome dado pelo índio, que relata a Carvajal e Orellana sobre as amazonas americanas, à rainha destas: Cañori. Tapajós, ao que se indica, é o nome dado aos índios cuja aldeia reaparelhou os barcos de Aguirre.

No primeiro quarto do século XVI, a mão-de-obra indígena já se esgotava nas regiões próximas à Belém. Alguns índios fugiam, outros ofereceram resistência. Existia distinção entre os índios livres (resgatados de locais onde eram vítimas de aldeias rivais) e índios escravos tomados em guerra justa (cujos motivos eram, entre outros, antropofagismo e oposição ao cristianismo). Devido a isso, as regiões do médio e alto Amazonas foram assolados (por tropas de resgate e expedições punitivas). Não existe a história completa dessas entradas, e sim a história da ação missionária. Podem-se citar a de Bartolomeu Bueno de Ataíde (1651), de Maciel Patente (1657), de Domingos Monteiro (1662-1666), entre outras. Além disso, é preciso lembrar das moléstias que viabilizaram essa situação.

Quanto as novas pesquisas, elas deveriam abordar questões de estratificação social e poder político; relações intertribais hierarquizadas; territórios tribais em várzea e terra firme; movimentos de resistência; processos de despovoamento; questões de demografia e de cunho religioso. No próximo tópico, será abordada a mentalidade do europeu em seu momento de exploração da região amazônica.

III – A Chegada dos Europeus e o Imaginário do século XVI

A região amazônica tornou-se, no processo colonial em andamento na época, uma das margens do novo mundo. Sendo uma região desconhecida para os europeus, a Amazônia foi explorada através de um imaginário onde predominavam vastas riquezas e muitas belezas; não havia separação entre a realidade e a imaginação. Mitos europeus ganharam novas expressões nesta exploração. Outros se originaram nela.

O primeiro explorador a chegar na região foi Vicente Pizón que, impressionado com o rio Amazonas, o batiza de Santa Maria del Mar Dulce. Seus companheiros o denominaram Marañón. Esse primeiro contato pôs a região nos planos de conquista e colonização espanhola. Outro espanhol, Diogo de Lepe, foi recebido de forma nem um pouco amistosa pelos índios, devido ao fato destes já terem sofrido mortes e prisões quando da viagem de Pizón.

Estas duas primeiras viagens inaugurariam a percepção européia sobre a região: o encanto frente aos rios, ás terras férteis e a expectativa de riquezas. No mundo intelectual europeu, foram vários os estudiosos interessados na região. Um deles, Pedro Mártir de Anglería, registrou e também questionou a veracidade das impressões espanholas.

É somente a partir do final de 1530 que os europeus obtém maiores informações sobre a Amazônia. As riquezas buscadas passaram a ter valores quiméricos. A expedição de Alonso Mercadillo trouxe o cronista Diogo Nunes, em cujois relatos a natureza é dadivosa. Gonzalo Pizarro lidera uma expedição semelhante a de Mercadillo, com o objetivo de encontrar a denominada Província de Canela.

“(...) o mito impulsionador não estava dissociado das conseqüências da própria conquista, ou seja, realizada a ocupação da Província da Canela, seus habitantes nativos iriam ser convertidos ao cristianismo e as riquezas da terra reverteriam para os cofres da fazenda real. A implantação colonial era proposta, mas sem se explicitarem os meios que seriam empregados para sua efetivação(...)” (UGARTE, 2003, pg. 10)

A frustração surge devido a dispersão na floresta da especiaria. Gonzalo Pizarro, devido as dificuldades encontradas por seus homens, nomeia Francisco de Orellana comandante da tropa de busca aos alimentos na região da confluência dos rios Coca e Napo. Eles são bem recebidos somente na aldeia de Aparia maior, onde conseguem mantimentos . Em outras regiões, ocorrem lutas armadas.

“Numa ilha que é a segunda quando se chega às Índias habitam homens que são tidos por mui ferozes e que comem carne humana (...) Eles se unem a algumas mulheres que habitam, sozinhas, uma ilha chamada Matenin. Essas mulheres não se entregam a nenhuma ocupação própria a seu sexo; servem se de arcos e flechas e protegem-se com lâminas de cobre, metal que possuem abundância.”

Num destes combates, os espanhóis percebem a presença de mulheres na luta. Foi o passo inicial para a crença em amazonas americanas. Gaspar de Carvajal, cronista da tropa, relata essa luta como defesa do território das amazonas e as descreve de acordo com o imaginário europeu da época.O índio que havia sido feito prisioneiro nesta luta descreve as mulheres, no entender dos espanhóis, semelhantes as amazonas gregas.

Estas mujeres son muy blancas y altas, y tienen muy largo el abello y entrenzado revolto a la cabeza, y son muy membrudas y andaban desnudas em cuero, tapadas sus verguenzaz, com sus arcos y flechas em lãs manos, haciendo tanta guerra como diez índios(...)”

A expedição de Orellana foi a primeira a percorrer todo o rio Amazonas. Seu feito repercutiu nos círculos cartográficos europeus; sua história sobra a conquista do grande rio e das mulheres guerreiras ganhou fama dentro e fora da Espanha. Isso aumentou e renovou o inetersse espanhol sobre a região. Juntaram-se a isso os mitos de El Dorado e do Reino de Omagua.

“A Jornada de Omagua y Dorado foi uma dessas operações, pois aliava sinergicamente os desejos de muitos espanhóis em encontrar sua fortuna (...) e os imperativos do Estado em garantir a ordem pública(...)” (UGARTE, 2003, pg. 21)

A próxima expedição foi a do espanhol Pedro de Ursua que, ao longo do Amazonas, esteve em contato com as mesmas sociedades que recepcionaram Orellana. O prosseguimento da viagem e a falta de riquezas insatisfez seus comandados. Surgem lideranças contra Ursua: Lope de Aguirre, Fernando de Guzmán e Lorenzo de Salduendo.

O líder principal, Aguirre, trama o assassinato de Ursua e torna-se o comandante da viagem de volta ao Peru. Com a divisão entre aqueles que queriam seguir viagem e aqueles que queria voltar, começam mais uma vez brigas sangrentas. Aguirre pressiona Guzmán para viajar de volta, agora como senhores independentes. Guzmám aceita, mas depois se arrepende.

Decide, então, retomar a busca de El Dorado e Omagua. Reúne-se com seus homens e decidi matar Aguirre; este, porém, se adianta e elimina seus rivais. Até saírem no Atlântico, Aguirre e seus homens entraram m contato com várias sociedades amazônicas, mas não tomaram posse de nenhuma. Nas ilhas oceânicas, praticam vários desmandos e acabam encontrando a morte.

Com essas tentativas fracassadas de encontrar esses reinos perdidos, onde acreditavam, seriam encontradas grandes riquezas, os espanhóis não tentaram mais nada na região. Mas tais mitos continuaram fascinando as mentes dos aventureiros europeus ao longo dos tempos.

Referências Bibliográficas:

NEVES, Eduardo Góes. Ascensão e Queda das Sociedades Complexas da Amazônia. In: Arqueologia da Amazônia. Rio de Janeiro: Ed. Jorge Zahar, 2006.

PORRO, Antônio. História Indígena do Alto e Médio Amazonas (sécs. XVI a XVIII). In: O Povo das Águas. Rio de Janeiro: Ed. Vozes, 1991.

UGARTE, Auxiliomar Silva. Margens Míticas: A Amazônia no Imaginário Europeu do século XVI. In: PRIORE, Mary Del; GOMES, Flávio (orgs). Os Senhores dos Rios: Amazônia, Margens e História. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

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