Manejo e Controle de Danos Causados por espécies

Manejo e Controle de Danos Causados por espécies

Manejo e Controle de Danos Causados por Espécies da Fauna

Introdução

  • Todas as espécies da fauna possuem valores positivos e negativos para a sociedade.

  • Redução dos atributos negativos de certas espécies.

  • O Brasil não possui uma política de manejo.

Captura e Controle de espécies da Fauna Silvestre

Princípios de manejo e controle de danos

  • A área de manejo de danos é bem complexa.

  • Considerações ecológicas:

  • - Impactos em outras espécies

  • - Considerações econômicas, sociais, éticas.

  • Atividades:

  • - Nidificação

  • - Construção de tocas

  • - Simples presença

Reconhecimento do problema

  • Reconhecimento do problema

  • - Resolução, padrões e potenciais de dano.

  • - Importante o problema ser reconhecido

  • quando o dano ainda é baixo.

  • Ex:roedores nos Eua.

  • Conhecimento das espécies presentes na área e o histórico do problema

  • Ex: Onça pintada

  • Entendimento da biologia das espécies

  • Ex: Gambás

Unwelt : O mundo de acordo com o percepção animal.

  • Unwelt : O mundo de acordo com o percepção animal.

  • Ex: Cobra falsa

  • Conhecimento de diferentes técnicas.

  • Conhecimento de métodos alternativos.

Técnicas de controle - Descrição geral

  • A atração de um animal por uma determinada área:

  • - Alimentação

  • - Acasalamento

  • - Construção de tocas

  • - Nidificação

  • - Proteção ou

  • - Pela sua simples presença

Modificação no habitat: Remoção de um ou mais recursos essenciais, como água, proteção, alimento, acasalamento ou espaço.

  • Modificação no habitat: Remoção de um ou mais recursos essenciais, como água, proteção, alimento, acasalamento ou espaço.

  • Podem ser implementadas para tornar uma área menos atrativa para a espécie causadora de dano.

  • Exclusão

Repelentes

  • Repelentes

  • - Repelentes de área: baseados no olfato do animal.

  • - Repelentes de contato: baseados nas reações de tato ou paladar.

  • Estímulos visuais e acústicos:

  • Equipamentos utilizados :

  • - Luzes brilhantes

  • - Sirenes

  • - Sinos

Espantalhos

  • Espantalhos

  • Explosivos

  • Agentes contraceptivos:

  • Idéia principal: reduzindo as taxas de reprodução abaixo das taxas de mortalidade, a população de uma determinada espécie irá diminuir.

  • Agente tóxicos:

  • A maioria se encontra em fase de teste e só é manuseada por pessoas credenciadas.

Grandes Carnívoros – Predadores de criações domésticas

  • Problema da predação, devido à degradação de seus habitats;

  • Determinação da causa da mortalidade, exame de carcaça;

  • Identificação da espécie por meio dos danos, para determinar o método de controle;

Onça Pintada

  • Mordida da base do crânio ou na área da nuca/pescoço.

  • Perfura o crânio ou rompe as vértebras da nuca.

Onça-parda, Suçuarana ou Leão-baio

  • Mordida na área dorsal do pescoço ou por sufocamento, através de uma mordida da garganta.

Graxaim-do-campo

  • Mordidas em várias parte do corpo.

  • Pegadas lembram as de um cachorro doméstico.

Cachorro doméstico

  • Ferimentos nos membros posteriores.

  • Machucam as presas de maneira considerável e desnecessária.

  • Geralmente a carcaça não é consumida.

Outras espécies

  • Maiores presas: galinhas, marrecos, patos e etc.

  • Identificação através dos rastros (pegadas).

Técnicas de Controle

  • Manejo dos animais domésticos;

  • Cães de guarda;

  • Cercas Elétricas;

  • Captura e remoção, ou translocação;

  • Estímulos visuais e acústicos;

  • Pastor eletrônico,

  • Explosivos de propano.

Detectores de Movimento;

  • Detectores de Movimento;

  • - Colar sônico alarmante;

  • - Tiros não-letais (bala de borracha);

  • Repelentes Químicos e agente aversivo;

  • Agentes contraceptivos;

  • Pesticidas e agentes tóxicos;

  • -Estricnina,

  • -Composto 1080,

  • -Cianeto de sódio.

Aves

  • Estimativa de danos, plantações/monoculturas.

  • Ambiente bastante modificado antropicamente, logo, a densidade de predadores é menor.

  • Colisões com aeronaves, (EUA: 20 milhões de dólares).

A estimativa é feita por um esquema de amostragem que seleciona os campos a serem amostrados e determina as plantas ou a área a ser medida nos campos.

  • A estimativa é feita por um esquema de amostragem que seleciona os campos a serem amostrados e determina as plantas ou a área a ser medida nos campos.

Identificação da espécie por meio dos danos

  • Ocorrem durante o dia;

  • A identificação é geralmente feita pela observação direta.

Gaivota

  • Áreas urbanas:

  • -Acidentes em areoportos;

  • -Degradação por dejetos;

  • -Nidificação;

  • -Contaminação do abastecimento de água.

  • Áreas rurais:

  • -Alimentação em plantações frutíferas;

  • -Comem ovos de patos e marrecos e filhotes.

Pombas e Pardais

  • Deteriorização de edificações;

  • Dejetos acumulados podem causar Histoplasmose;

  • Pomba amargosa: espécie que mais causa danos às plantações.

Gansos e Marrecos

  • Danos econômicos em plantações de grãos por consumo direto e pisoteio.

Psitacídeos

  • Danos a plantações de girassol e milho.

Garças, biguás e martins-pescadores

  • Competição com pescadores esportivos em corpos de água doce.

Falcões e Corujas

  • Predação de animais domésticos de pequeno porte;

  • Perfurações com marcas de sangue nas costas e peito.

  • Corujas removem a cabeça de sua presa.

  • Monte de penas.

Técnicas de Controle para Aves

  • Modificação do habitat e práticas culturais;

  • Esoclusão;

  • Repelentes;

  • Estímulos visuais e acústicos;

  • -Lebre-européia,

  • -Capivara,

  • -Lontra.

Considerações finais

  • O manejo de danos causados por espécies é de extrema importância para que se possa realizar medidas de mitigação destes problemas.

Bibliografia:

  • Manejo e Controle de danos causados por espécies da fauna – Sandra M. C. Cavalcanti, Centro de conservação do Pantanal, Wildlife Conservation Society, wcs.

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