Príncipios para Boas Práticas de Manejo (BPM) na engorda de Camarão Marinho no Estado do Ceará

Príncipios para Boas Práticas de Manejo (BPM) na engorda de Camarão Marinho no...

(Parte 1 de 7)

Superintendência Estadual do Meio Ambiente

Princípios para Boas

Práticas de Manejo (BPM) na Engorda de Camarão

Marinho no Estado do Ceará.

Princípios para Boas Práticas de

Manejo (BPM) na Engorda de

Camarão Marinho no Estado do Ceará.

Governo do Estado do Ceará

SOMA - Secretaria da Ouvidoria Geral e do Meio Ambiente SEMACE - Superintendência Estadual do Meio Ambiente

Universidade Federal do Ceará (UFC) Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR)

Fortaleza - Ceará Março - 2005

Professor Adjunto – Labomar/UFC

Tereza Cristina Vasconcelos Gesteira, Ph.D.

Coordenadora do CEDECAM – Labomar/UFC

Glauber Gomes de Oliveira, Eng. de Pesca

Engenheiro de Pesca – Labomar/UFC

Ricardo Cunha Lima, M.Sc.

Presidente da ACCC – DFA-CE – Labomar/UFC

Paulo de Tarso de Castro Miranda, M.Sc.

Engenheiro de Pesca – SEMACE-CE

Raul Malvino Madrid, Dr. Analista Ambiental – IBAMA/CE – Labomar/UFC

Elaboração

Publicação

Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR)

Universidade Federal do Ceará (UFC) Ministério da Educação

Apoio e Suporte Técnico

Governo do Estado do Ceará

SEMACE - Superintendência Estadual do Meio Ambiente Ceará Secretaria da Ouvidoria Geral e do Meio Ambiente

© 2005 Elaborado e publicado pelo

COMO CITAR ESTA PUBLICAÇÃO Nunes, A.J.P., Gesteira, T.C.V., Oliveira, G.G., Lima, R.C., Miranda, P.T.C. e Madrid, R.M. 2005. Princípios para Boas Práticas de Manejo na Engorda de Camarão Marinho no Estado do Ceará. Instituto de Ciências do Mar (Labomar/UFC). Programa de Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) do Estado do Ceará, Fortaleza, Ceará. 109 p.

PARA OBTER CÓPIAS DESTA PUBLICAÇÃO: Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR) Universidade Federal do Ceará (UFC) Avenida da Abolição, 3207, Meireles 60.165-081, Fortaleza, Ceará

Telefone: 85-32426422 Fax: 85-32428355 labomar@labomar .ufc.br w.labomar.ufc.br

Os autores agradecem aos proprietários das fazendas listadas abaixo que gentilmente participaram das entrevistas e permitiram visitas as suas instalações de cultivo.

1. AMILCAR MONTEIRO COSTA LIMA 2. AQUAMAR 3. AQUAPLAN EXPORTAÇÃO LTDA. 4. ARGENBRAS 5. ARTEMISA AQÜICULTURA S.A. 6. ARTUR AQÜICULTURA 7. ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DE REQUENGUELA 8. ATLÂNTICO MARICULTURA LTDA. 9. BIOTEK MARINE E COMÉRCIO 10. CAJUCÔCO AQUACULTURA E AGROPECUÁRIA LTDA. 1. CAMACEL 12. CAMARÃO DA ILHA 13. CAMARISCO CAMOCIM M. LTDA. 14. CEAQUA CEARÁ AQUACULTURA LTDA. 15. CELM AQÜICULTURA 16. CINA COMPANHIA NORDESTE DE AQÜICULTURA E ALIMENTAÇÃO 17. COMPESCAL COMÉRCIO DE PESCADO ARACATIENSE 18. COPES AQÜICULTURA E EXPORTAÇÃO LTDA. 19. CRISTAL AGROPECUÁRIA LTDA. (FAZENDA I) 20. CRISTAL AGROPECUÁRIA LTDA. (FAZENDA I) 21. DACE DALLAS AQÜICULTURA COMÉRCIO E EXPORTAÇÃO 2. FAZENDA CORREIA 23. FAZENDA SÃO JOSÉ 24. GOLD SHRIMP CARCINICULTURA 25. IMA PRODUÇÕES LTDA. 26. JOLI AQÜICULTURA 27. LAIS CARCINICULTURA 28. LIBRA PESCADOS LTDA. 29. LUCRI AQÜICULTURA LTDA. 30. MANOR MARICULTURA DO NORDESTE LTDA. 31. MARICULTURA ACARAÚ PESCA 32. PEQUENO PRODUTOR EM CRUZ, CEARÁ 3. PMC PRODUÇÃO DE MARISCOS E CAMARÕES LTDA. 34. PROCAM PRODUTORA DE CAMARÃO LTDA. 35. REVESA ADMINISTRAÇÃO PARTICIP.E IMPORTAÇÃO LTDA. 36. RIVERS MARINES AQÜICULTURA LTDA. 37. SAMARISCO SAMBURÁ CAMARONEIRA LTDA. 38. SANTA BÁRBARA AQÜICULTURA 39. SÃO BENTO AQÜICULTURA 40. SEAFARM CRIAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS AQUÁTICOS LTDA. 41. SITIO PEDRINHAS I E I 42. VIP CAMARÕES 43. ZUMBI AQÜICULTURA LTDA.

A carcinicultura marinha ou o cultivo de camarão marinho em cativeiro é uma das atividades do agronegócio brasileiro mais representativas na Região Nordeste. Desde o início desta década que o setor cresce de forma acelerada, em particular no Estado do Ceará, um dos maiores produtores nacionais. Apesar dos seus benefícios sócio-ecônomicos, existe uma preocupação cada vez maior quanto aos possíveis impactos da atividade sobre o meio ambiente.

Efeitos ambientais adversos advindos da carcinicultura marinha possuem uma estreita relação com a engenharia, a construção e a operacionalização da fazenda de cultivo. Aspectos como a proteção dada aos taludes e diques, tipo de material utilizado na compactação, posicionamento de aeradores e profundidade dos viveiros podem reduzir drasticamente o potencial erosivo no sistema de produção, melhorando a qualidade dos efluentes gerados. A captação de água, sua distribuição aos viveiros e os métodos de drenagem adotados durante a renovação e a despesca também exercem forte influência sobre a qualidade da água e o meio ambiente.

As BPM (Boas Práticas de Manejo, do inglês “Better Management Practices, BMPs”) compõem um sistema de princípios técnicos que objetivam oferecer referências a uma determinada atividade produtiva e a seus órgãos reguladores, recomendando procedimentos operacionais que mantenham a harmonia e o equilíbrio ambiental capazes de perpetuar a atividade em questão. O objetivo das BPM não é impor normas ou regras, mas sugerir procedimentos que pela experiência prática demonstram ser mais eficazes e rentáveis do ponto de vista ambiental e econômico. Na carcinicultura marinha, as BPM da Global Aquaculture Alliance (Boyd, 1999), da Australian Shrimp Prawns Association (Donavan, 2001 e da Asociación Nacional de Acuicultores de Honduras (Haws et al., 2001) foram as precursoras de códigos de conduta locais, como o da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC, 2001) e mais recentemente do Estatuto e Código de Conduta da Associação Cearense de Criadores de Camarão (ACCC, 2004).

Os Princípios para Boas Práticas de Manejo apresenta o resultado de um estudo sobre o perfil técnico e operacional de 43 empreendimentos de engorda de camarão marinho do Estado do Ceará. Os resultados demonstram que apesar de existirem distinções operacionais como tamanho da fazenda, aporte de mão-de-obra, insumos e tecnologia, a maioria das operações de engorda de camarão no Estado adotam procedimentos de cultivo relativamente padronizados. As BPM apresentadas nesta publicação é a compilação de práticas encontradas na literatura, bem como resultantes da experiência e de trabalhos realizados em laboratório e em campo pelos autores. As BPM sugerem adoção de medidas proativas por parte dos produtores e abrangem desde aspectos relacionados à construção da fazenda, avaliação de áreas propícias ao cultivo, engenharia e construção de viveiros até o uso de rações, agentes terapêuticos, manejo de doenças e outras rotinas do dia-dia.

Os autores.

Lista de F igurasPg
01 - Raio de Cobertura do Presente Estudoxii
02 - Localização das fazendas abrangidas no presente estudo (pontos vermelhos)xiii
03 - Camarões estocados sob densidade de 12animais/m2 em tanque de cultivo18
04 - Canaletas de drenagem de água em um viveiro de engorda de camarão29
05 - Canal de descarga de água de uma fazenda de engorda de camarão30
povoamento........................................................................................................................54
08 - Aeradores de pás em funcionamento em um viveiro de engorda de camarão63
ou superior...........................................................................................................................69
10 - Disposição apropriada para o armazenamento de ração72
1 - Funcionário preparado para distribuição de calcário em viveiro de engorda de camarão79
12 - O uso de máscara é essencial para manipulação do metabisulfito9
13 - Tanques berçários em uma fazenda de engorda de camarão105
14 - Camarão em estágio avançado de necrose cuticular107

ZEE - ZONEAMENTO ECOLÓGICO ECONÔMICO 06 - Fases do ciclo de muda de um camarão marinho e os principais sinais para identificação...52 07 - Gaiola telada para estimar a mortalidade de camarões em viveiros de engorda após o 09 - Esquema de distribuição de ração em viveiros de engorda, após o povoamento com PL2

01 - Medidas de tratamento adotadas nos afluentes e efluentes56
02 - Medidas de tratamento adotadas para os riscos de contaminação57

Lista de Tabelas

peso médio populacional e sobrevivência estimada64

03 - Taxa de aeração mecânica recomendada(cv/ha) em função da densidade de camarões estocados,

deestocagem de camarões e fase de cultivo......................................................70
05 - Tipos de rações utilizadas nas diferentes fases de desenvolvimento dos camarões72
06 - Parâmetros aceitáveis e preferíveis nas rações74
07 - Corretivos comumente utilizados para o tratamento do solo de viveiros de camarão79

04 - Número de refeições diárias e densidade de bandejas de alimentação em função da densidade

com vistas a neutralização da acidez82
09 - Grau de pureza ou eficiência (%) do calcário em funcção de sua granulometria82

08 - Quantidade de corretivo (kg/ha) recomendado em função do pH do solo de viverios de camarão

monitoramento86
1 - Esquema de troca dágua observado nas fazendas de camarão8

10 - Níveis ideais de qualidade de água de viveiros de camarão e frequência recomendada para

001 - Tempo de F uncionamento das F azendas16
002 - Número de Viveiros na Fazenda17
003 - Área Média de cada viveiro17
004 - P rofundidade dos viveiros17
005 - Densidade de Estocagem18
006 - Número de ciclos ao ano19
007 - Tempo do ciclo de engorda19
008 - P eso dos camarões na despesca20
009 - Média de sobrevivência20

Lista de Gráficos ILUSTRAÇÕES

010 - F ator de conversão alimentar20
011 - P rodutividade de camarões20
012 - P rodução de camarão em 200321
013 - Mudanças ocorridas na produção 2002 - 200321
014 - Mudanças previstas na produção 2003 - 200421
015 - Mudanças previstas na produção 2004 - 200621
016 - Critérios adotados na seleção de área24
017 - Conflito com outras atividades24
018 - Concetração de fazendas de camarão25
019 - Proximidade da fazenda com área urbana25
020 - Análises para correção química do solo26
021 - Análise de solo em laboratório especializado26
021 - Configuração dos viveiros27
022 - P roteção de diques e taludes28
023 - Tipo de proteção de diques e taludes28
024 - Alcança drenagem total da água dos viveiros29
025 - Canais individuais de adução e drenagem30
026 - R egime de Cultivo31
027 - Disponibilidade de tanques e berçario34
028 - Configuração de tanques e berçario35
029 - R evestimento interno dos berçarios35
030 - Sistema de aeração predominante36
031 - Sistema de gerador para berçário36
032 - Área de localizaçõo do berçários37
033 - Acesso a berçários37
034 - Origem da água de abastecimento38
035 - Água do berçário submetida38
036 - Sifonagem de água do berçário39
037 - Destino da água de drenagem/sifonagem39
038 - Teste de avaliação de pós -larvas42
039 - Teste conduzidos de estresse42
040 - Método de ccontagem de pós -larvas43
041 - Critérios exigidos ao laboratório43
042 - P rovidências na recepção de pós -larvas4
043 - Densidade e estocagem no berçário4
044 - Tempo de cultivo no berçário45
045 - Alimento utilizado na fase de berçário45
046 - Frequência alimentar na fase de berçário45
047 - Horários de transferência/povoamento de PL’s em viveiros46
048 - Acondicionamento de PL’s durante transferência para viveiros46
049 - Medidas tomadas diante de diferenças na qualidade de água46
050 - Densidade de estocagem no tanque de transferência47
051 - Desinfecção e limpeza das caixas de transferência de PL’s47
052 - F requência de biometrias na fazenda50
053 - Estágio de realização da primeira biometria50

ZEE - ZONEAMENTO ECOLÓGICO ECONÔMICO 054 - Exames realizados na biometria .......................................................................................... 50

055 - Monitoramento e estoque em outras circunstâncias51
056 - Outras situações de monitoramento do estoque51
057 - Períodos de avaliação do estágio de muda da população52
058 - Métodos de avaliação do estágio de muda53
059 - Método adotado pora estimar a sobrevivência54
060 - Tratamento de afluentes e efluentes56
061 - Riscos de contaminação da água por esgotos domésticos e industriais57
062 - Nível de influência na água de captação dos efluentes de fazendas vizinhas58
063 - Permanência da água de captação no canal de adução58
064 - Drenagem total e limpeza do canal de adução58
065 - Tratamento de esgotos e resíduos sólidos59
066 - Destino de esgotos e resíduos sólidos59
067 - Emprego de aeração mecânica62
068 - Objetivos da aeração mecânica62
069 - Horário e tempo de funcionamento dos aeradores63
070 - Critérios para definir a potência de aeradores por área de cultivada64
071 - Momento de introdução de aeradores nos viveiros64
072 - F orma de P osicionamento dos aeradores65
073 - Distância dos aeradores em relação ao taludes65
074 - Método predominante de distribuição de ração68
075 - Distribuição de ração em bandejas68
076 - Base para ajuste das refeições ofertadas68
077 - F requência nos ajustes de refeição69
078 - Número diário de refeições ministradas70
079 - Número de bandejas por área cultivada70
080 - F orma de armazenamento da ração71
081 - Armazenamento próximo ao viveiro71
082 - Rotatividade de cargas de ração na fazenda71
083 - Tipos de ração empregadas no berçário de engorda72
084 - Marcas de ração empregadas noberçário de engorda73
085 - Critérios para aquisição de ração73
086 - R ealização testes de qualidade física74
087 - F requência de testes físicos74
088 - Parâmetros utilizados para avaliar o desempenho da ração75
089 - Utilização de área de bioensaios para testes de qualidade nutricional76
090 - Uso do terreno anterior a constução da fazenda78
091 - Textura predominate do solo nos viveiros78
092 - Tratamento do solo79
093 - F orma de revirada do solo80
094 - Limpeza e desinfecção de trator80
095 - Objetivos da calagem81
096 - F requência da calagem81
097 - Número e pontos de coleta de solo no viveiro81
098 - Parâmetros analisados de qualidade de água84
099 - Finalidade das análises de qualidade de água84

ZEE - ZONEAMENTO ECOLÓGICO ECONÔMICO 100 - Método de realização de análises ....................................................................................... 85

101 - Limpeza e calibração do equipamento de qualidade de água85
102 - Disponibilidade de laboratório de qualidade de água na fazenda85
103 - Disponibilidade de cerca ou outro tipo de proteção no ponto de captação87
104 - T ipos de bombas empregadas87
105 - Influência da água de descarga da própria fazenda no ponto captação87
106 - Taxa diária de renovação de água8
107 - Fatores considerados no momento do bombeamento8
108 - Emprego de filtragem da água por telas na comporta de abastecimento90
109 - Objetivo da filtragem da água por telas na comporta de abastecimento90
110- Substâncias químicas empregadas no cultivo92
1 - Objetivos do uso dos produtos químicos92
112 - Base para cálculo de dosagens de químicos94
113 - F orma de aplicação dos químicos94
114 - Critérios para definir o momento da despesca96
115 - Horários regularmente empregado para despesca96
116 - P reparativos essenciais para despesca96
117 - Equipamentos e insumos para despesca97
118 - Empréstimo de material de despesca de outras fazendas98
119 - Desinfecção de equipamentos e utensílios empregados na despesca98
120 - Formas de descarte da mistura de gelo e metabisulfito9

121 - Equipamentos de Proteção Individual - EPI´s utilizados durante a manipulação do metabisulfito 100

122 - P adrões sanitários das instalações102
123 - Compatibilidade das instalações sanitárias com o número de funcionários102
124 - Controle no fluxo de visitantes e fornecedores a fazenda103
125 - Disponibilidade de cerca de proteção103
126 - Sistemas de desinfecção utilizados104
127 - Exigência do uso de luvas, botas e aventais pelos funcionários e (ou) visitantes104
128 - Adoção do manejo “All in All out”105
129 - Doenças já observadas na fazenda106
130 - Procedimentos utilizados no caso da presença de enfermidades106
131 - Forma de descarte de camarões encontrados mortos106 e 108
132 - Destino dados ao camarões após as biometrias108
133 - Tipo de licença para construção de diques, canais e viveiros110
135 - Ecossistemas permanentes no entorno da fazenda112
136 - Áreas legalmente protegidas na propriedade112
137 - Execução de reflorestamento para compensação de passivo ambiental112
138 - Instalações disponíveis na fazenda116
139 - F uncionários atendidos pelas instalações116
140 - Número de funcionários que fazem parte da comunidade local117
141 - Grau de escolaridade dos funcionários117
142 - Tipo de apoio social ao funcionário ou sua família118
143 - Adoção do sistema de premiação por resultado alcançado118
144 - R egime de trabalho dos funcionários119
145 - Equipe de despesca119
146 - Número de funcionários equipados e protegidos120
Prefáciov
Universo P esquisado, L ocalização e Metodologiaxiii
Agradecimentosiv
1. Aspectos Operacionais15
1.1 Tempo de F uncionamento16
1.2 Viveiros de Engorda17
1.3 Densidade de Estocagem18
1.4 Duração do Cultivo19
1.5 Parâmetros de Desempenho Zootécnico20
1.6 Produção de Camarões21
2. Construção da F azenda23
2.1 Critérios para Seleção de Área24
2.2 Localização da F azenda25
2.3 Análises do Solo26
2.4 Configuração dos Viveiros27
2.5 Proteção de Diques e T aludes28
2.6 Drenagem de Água dos Viveiros29
2.7 Canais Individuais de Adução e Drenagem de Água30
2.8 Regime de Cultivo31
3. Unidade de Berçário3
3.1 Sistema de T anques Berçários34
3.2 Configuração dos Berçários35
3.3 Aeradores e Geradores36
3.4 Localização e Acesso37
3.5 Água de Abastecimento38
3.6 Manejo da Água39
4. Recepção e Povoamento de Pós Larvas - PL’s41
4.1 Testes de Avaliação de Pós Larvas - PLs42
4.2 Transporte e Contagem43
4.3 Recepção de Pós L arvas - PLs4
4.4 Manejo Alimentar45
4.5 Transferência e P ovoamento46
4.6 Manejo das Caixas de T ransferência47
5. Monitoramento do Estoque cultivado49

SUMÁRIO 5.1 Biometria P opulacional ...................................................................................................... 50

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