Procedimentos para emergencias-PLano de emergencias

Procedimentos para emergencias-PLano de emergencias

3.2 - Procedimentos e Classes de Risco dos Produtos Manipulados

Classe 2 - Gases

Em casos de vazamento, os gases tendem a ocupar todo o ambiente, mesmo quando possuem densidade diferente da do ar. Além do risco inerente ao estado físico, os gases podem apresentar riscos adicionais, como por exemplo, inflamabilidade, toxicidade, poder de oxidação e corrosividade, entre outros.

Alguns gases, como, por exemplo, o cloro, apresentam odor e cor característicos, enquanto que outros, como é o caso do monóxido de carbono, não apresentam odor nem coloração, o que pode dificultar sua identificação na atmosfera, bem como as ações de controle quando ocorre vazamento.

Durante a mudança do estado líquido para o gasoso, ocorre uma alta expansão do produto, gerando volumes gasosos maiores que o volume ocupado pelo líquido. O cloro, por exemplo, tem uma taxa de expansão de 457 vezes, ou seja, um volume de cloro líquido gera 457 volumes de cloro gasoso.

Com a finalidade de reduzir a taxa de vaporização do produto, pode ser aplicada uma camada de espuma sobre a poça formada, desde que este material seja compatível com o produto vazado.

Nos vazamentos de produtos liqüefeitos, deve ser adotada a preferência ao vazamento na fase gasosa ao invés do vazamento na fase ilíqüida. Esta operação deve fazer com que o vazamento ocorra sempre na parte superior do recipiente que contém o produto.

Uma propriedade físico-química relevante a ser considerada no atendimento a vazamento dos gases é a densidade do produto em relação a densidade do ar. Gases mais densos que o ar tendem a se acumular ao nível do solo e, consequentemente, deve ter sua dispersão dificultada quando comparada a dos gases com densidade próxima ou inferior a do ar.

Outro fator que dificulta a dispersão dos gases é a presença de grandes obstáculos, como, por exemplo, as edificações nas áreas urbanas.

Alguns gases considerados biologicamente inertes, ou seja, que não são metabolizados pelo organismo humano, sob certas condições podem representar riscos ao homem. Todos os gases exceto o oxigênio, são asfixiantes. Grandes vazamentos mesmo de gases inertes, reduzem o teor de oxigênio dos ambientes fechados, causando danos que podem culminar na morte de pessoas expostas.

Assim, em ambientes confinados, deve-se monitorar constantemente a concentração de oxigênio. Nas situações em que a concentração de oxigênio esteja abaixo de 18% do volume, devem ser adotadas as medidas no sentido de restabelecer o nível normal de oxigênio, ou seja, em torno de 21% em volume. Essas medidas consistem basicamente em ventilação, natural ou forçada, do ambiente em questão.

Em função das características apresentadas pelo ambiente envolvido, a proteção respiratório utilizada deve obrigatoriamente ser do tipo autônoma. Nessas situações, é de fundamental importância o monitoramento freqüente do nível de oxigênio e dos possíveis gases presentes na atmosfera.

Especial atenção deve ser dada quando o gás é inflamável, principalmente se este estiver confinado. Medições constantes dos índices de explosividade do ambiente através da utilização de equipamentos intrinsecamente seguros, e a eliminação das possíveis fontes de ignição, constituem ações prioritárias a serem adotadas.

De acordo com as características do produto, e em função do cenário da ocorrência, pode ser necessária a aplicação de neblina d’água para abater os gases ou vapores emanados do produto. A operação de abatimento dos gases deve ser tanto mais eficiente quanto maior for a solubilidade do produto em água, como é o caso da amônia e do ácido clorídrico.

A água para o abatimento dos gases deve ser contida e recolhida posteriormente para que não cause poluição dos recursos hídricos existentes na região da ocorrência.

Já para os produtos com baixa solubilidade em água, o abatimento através de neblina d’água também pode ser utilizado, sendo que neste caso, a mesma atua como um bloqueio físico ao deslocamento da nuvem.

A neblina d’água deve ser aplicada somente sobre a nuvem e não sobre as eventuais poças formadas pelo gás liqüefeito, uma vez que a adição de água sobre as mesmas, deve provocar intensa evaporação do produto, gerando um aumento dos vapores da atmosfera.

Após o vazamento de um gás liqüefeito, a fase líquida do produto deve estar a uma temperatura próxima a temperatura de ebulição do produto, ou seja, a um valor baixo, suficiente para que, em caso de contato com a pele, provoque queimaduras.

Nos acidentes com produtos gasosos, existe possibilidade de ocorrência de incêndios ou explosões.

Mesmo os recipientes contendo gases não inflamáveis podem explodir em caso de incêndio. A radiação térmica proveniente das chamas é, muitas vezes, suficientemente alta para provocar um aumento da pressão interna do recipiente, podendo causar sua ruptura catastrófica e, consequentemente, seu lançamento a longas distâncias, causando danos às pessoas, estruturas e equipamentos próximos.

Em muitos casos, dependendo da análise da situação, a alternativa mais segura pode não ser a extinção do fogo mas apenas seu controle, principalmente se não houver a possibilidade de eliminar a fonte do vazamento.

Certas ocorrências com produtos gasosos de elevada toxicidade ou inflamabilidade exigem que seja efetuada a evacuação da população próxima ao local do acidente. A necessidade de evacuação da população deve depender de algumas variáveis, como por exemplo :

  1. riscos apresentados pelo produto;

  2. quantidade do produto vazado;

  3. características físico-químicas do produtos (densidade, taxa de expansão, etc.);

  4. condições meteorológicas na região;

  5. topografia do local;

  6. proximidade a áreas habitadas.

Gases criogênicos

Os gases deste tipo, para serem liqüefeitos, devem ser refrigerados a temperaturas inferiores a -150ºC. A tabela 1 fornece exemplos de gases criogênicos e suas respectivas temperaturas de ebulição.

Exemplos de gases criogênicos

Substância

Temperatura de Ebulição

Hidrogênio

- 253,0ºC.

Oxigênio

- 183,0ºC.

Metano

- 161,5ºC.

Devido a sua natureza “fria”, os gases criogênicos apresentam três riscos principais :

  1. alta taxa de expansão na evaporação : exemplo : metano liqüefeito, expande aproximadamente 630 vezes o seu volume inicial, ou seja, seu volume no estado líquido;

  2. capacidade de condensar ou solidificar outros gases : num vazamento de gás Criogênico, a possibilidade de solidificação da unidade presente na atmosfera é bastante elevada quando comparada com os demais gases. Essa solidificação geralmente ocorre nas proximidades e local, do vazamento. Quando tal fato ocorre, por exemplo, próximo a válvulas, pode haver dificuldade para a realização de manobras com tais equipamentos.

  3. potencial de danos aos tecidos vivos : queimaduras podem ser provocadas quando ocorre contato do produto com a pele, devido à natureza extremamente “fria” dos gases criogênicos. Tais queimaduras são conhecidas como “enregelamento”.

Nota :

  1. os assuntos abordados neste capítulo levaram em consideração apenas os riscos inerentes ao estado ao estado físico da matéria, ou seja, não foram considerados de maneira detalhada os riscos intrínsecos dos produtos, como, por exemplo, a inflamabilidade, toxicidade ou corrosividade.

  2. as ações específicas a serem desencadeados de acordo com o risco apresentado pelo produto estão descritas nos respectivos capítulos.

Procedimentos em Casos de Emergência

Classe 2. – Gases

A princípio adotam-se os seguintes procedimentos :

01) Verificar a Ficha de Emergência do produto.

02) Operadores devem vestir roupas de nível B e proteção respiratória com filtro GA Combinado

03) Evite entrar na nuvem (gás).

04) Isole a área do local do acidente com fitas zebrada.

05) Tome medidas rigorosas nos locais desfavoráveis ao vento, inclusive se for necessário aumentar a área de isolamento.

06) Não permitir fontes de ignição, veículos, superfícies quentes, fósforo, cigarros e atritos próximo ao local.

07) Monitorar toda área dentro e fora de isolamento, para identificação da presença de gases.

- Inflamabilidade – Explosimetro

- Toxicidade – Detecta Multigas (ampolas colorimétricas)

08) Inspecione visualmente os recipientes para verificar prováveis vazamentos.

09) Se for verificado vazamento, retire o cilindro para um local isolado devidamente equipado.

10) Acionar assistência técnica do fabricante / S.O.S. Cotec

Procedimentos para Descontaminação de Pessoas e EPI’s.

01) Lavar a vestimenta de proteção com água em abundância, esfregando com escova.

02) Retirar a vestimenta de proteção e acondicioná-las em saco plástico.

03) Remover a proteção respiratória e acondicioná-las em saco plástico.

04) Trocar as roupas internas por roupas limpas e acondicioná-las em saco plástico.

05) Lavar mãos, unhas, boca e nariz.

Procedimentos em Casos de Pessoas Contaminadas - Primeiro Socorros

01) Remover a vítima para ar fresco e solicitar assistência médica.

02) Se a vítima não estiver respirando, fazer respiração artificial, se a respiração é difícil, administrar oxigênio.

03) Remover e isolar imediatamente, roupas e calçados contaminados.

04) É de extrema importância a rápida remoção do produto da pele.

05) Em caso de contato com o produto, lavar imediatamente a pele ou os olhos com água corrente, durante pelo menos 15 minutos.

06) Manter a vítima imóvel e agasalhada para manter a temperatura normal do corpo.

07) Os efeitos podem ser retardados, manter a vítima em observação.

Classe 3 – Líquidos Inflamáveis

As substâncias pertencentes a esta classe são de origem orgânica, como, por exemplo, hidrocarbonetos, álcoois, aldeídos e cetonas, entre outros.

Para uma resposta mais segura às ocorrências com líquidos inflamáveis faz-se necessário o pleno conhecimento de algumas propriedades físico-químicas dos mesmos, antes da adoção de quaisquer ações. Algumas dessas propriedades e suas aplicações estão descritas a seguir:

  1. ponto de fulgor - o conceito de fulgor está diretamente associado à temperatura ambiente de 25ºC. e ocorrendo um vazamento de um produto com ponto de fulgor de 15ºC., o produto deve estar liberando vapores inflamáveis, bastando uma fonte de ignição para que ocorra um incêndio ou explosão. Se o ponto de fulgor do produto for de 30ºC., este não deve estar liberando vapores inflamáveis;

  2. limites de inflamabilidade - para que um gás ou vapor inflamável se queime é necessário que exista, além da fonte de ignição, uma mistura “ideal” entre o ar atmosférico (oxigênio) e o gás combustível. A quantidade de oxigênio no ar é praticamente constante, em torno de 21% em volume. Já a quantidade de gás combustível necessário para a queima, varia para cada produto e está dimensionada através de duas constantes : o Limite Inferior de Explosividade (LIE) e o Limite Superior de explosividade (LSE).

Os valores do LIE e LSE são geralmente fornecidos em percentagens de volume tomadas a aproximadamente 20ºC. a 1 atm. Para qualquer gás, 1% em volume representa 10000 ppm (partes por milhão). Pode-se então concluir que os gases ou vapores combustíveis só se queimam quando sua porcentagem em volume está entre os limites (inferior ou superior) de explosividade, que é a mistura “ideal” para a combustão.

Além do ponto de fulgor e do limite de inflamabilidade, outro fator relevante a ser considerado é a presença de possíveis fontes de ignição. Nas situações emergenciais estão presentes, na maioria das vezes diversos tipos de fonte que podem ocasionar a ignição de substâncias inflamáveis. Entre elas merecem destaque :

  1. chamas vivas;

  2. superfícies quentes;

  3. automóveis;

  4. cigarros;

  5. faíscas por atrito;

  6. eletricidade estática.

Nota :

Especial atenção deve ser dada à eletricidade estática, uma vez que está é uma fonte de ignição de difícil percepção. Trata-se, na realidade, dos acúmulos de cargas eletrostáticas que, por exemplo, um caminhão-tanque adquire durante o transporte.

Se, por algum motivo, o produto inflamável que esteja sendo transportado, seja líquido ou gás, tiver que ser transferido para outro veículo ou recipiente, deve ser necessário que os mesmos sejam aterrados e conectados entre si, de modo a evitar a ocorrência de uma diferença de potencial, o que pode gerar uma faísca elétrica representando assim uma situação de alto potencial de risco.

Assim como os equipamentos de medição, todos os demais, como lanternas e bombas, devem ser intrinsecamente seguros.

Por questões de segurança muitas vezes não é recomendável a contenção de um produto inflamável próximo ao local do vazamento, de modo a se evitar concentrações altas de vapores em locais com grande movimentação de pessoas ou equipamentos.

Procedimentos em Casos de Emergência

Classe 3. – Líquidos Inflamáveis

A princípio adotam-se os seguintes procedimentos :

01) Verificar a Ficha de Emergência do produto.

02) Operadores devem vestir roupas de nível B e proteção respiratória com filtro GA Combinado

03) Evite entrar na nuvem (gás, vapores).

04) Isole a área do local do acidente com fitas zebradas.

05) Tome medidas rigorosas nos locais desfavoráveis ao vento, inclusive se for necessário aumentar a área de isolamento.

06) Se houver poças de líquidos, tenha atenção especial, pois há possibilidade de formar misturas explosivas.

07) Não permitir fontes de ignição, veículos, superfícies quentes, fósforo, cigarros e atritos próximos ao local.

08) Monitorar toda área dentro e fora de isolamento, para identificação da presença de gases ou vapores inflamáveis ou tóxicos.

09) Inspecione visualmente os recipientes para verificar prováveis vazamentos.

10) Se for verificado perfuração simples e pequena ou furos irregulares:

- Utilizar batoques de polipropileno (furos).

- Utilizar cunhas (rasgos, trincas, rachaduras)

- Utilizar massa vedante (Epoxi Submarina)

11) Para absorver o produto evitando maiores áreas de contaminação , utilizaremos Ab Zorbit, para que o produto seja absorvido.

12) Os resíduos que forem coletados, deverão ser embalados, devidamente sinalizados e identificados para ser descartado.

Procedimentos para Descontaminação de Pessoas e EPI’s.

01) Lavar a vestimenta de proteção com água em abundância, esfregando com escova.

02) Retirar a vestimenta de proteção e acondicioná-las em saco plástico.

03) Remover a proteção respiratória e acondicioná-las em saco plástico.

04) Trocar as roupas internas por roupas limpas e acondicioná-las em saco plástico.

05) Lavar mãos, unhas, boca e nariz.

Procedimentos em Casos de Pessoas Contaminadas - Primeiros Socorros

01) Remover a vítima para ar fresco e solicitar assistência médica.

02) Se a vítima não estiver respirando, fazer respiração artificial, se a respiração é difícil, administrar oxigênio.

03) Remover e isolar imediatamente, roupas e calçados contaminados.

04) É de extrema importância a rápida remoção do produto da pele.

05) Em caso de contato com o produto, lavar imediatamente a pele ou os olhos com água corrente, durante pelo menos 15 minutos.

06) Manter a vítima imóvel e agasalhada para manter a temperatura normal do corpo.

07) Os efeitos podem ser retardados, manter a vítima em observação

3.3 – Incompatibilidade química para o transporte por meio terrestre de produtos perigosos - NBR-14619

Classe subclasse

2.1

2.2

2.3

3

4.1

4.2

4.3

5.1

5.2

6.1

6.2

8

9

2.1

A

B

C

D

2.2

B

C

2.3

A

A

A ou B

A

A

A

A ou C

A

3

A

B

X

C

D

4.1

B

B

A ou B

B

B

B

B

B

B ou C

B ou D

B

X

B

4.2

A

B

C

D

X

4.3

A

B

C

D

X

5.1

A

X

B

C

D

X

5.2

C

C

A ou C

C

B ou C

C

C

C

C

C ou D

C

X

C

6.1

D

D

B ou D

D

D

D

C ou D

D

6.2

B

C

8

A

X

X

X

X

X

D

9

B

C

NOTAS

1 – Cianetos ou misturas de cianetos não devem ser transportados com ácidos.

2 – No caso da subclasse 2.3, a toxicidade inalatória (LC50) deve estar indicada na ficha de emergência do produto perigoso (ver 3.1.7 da NBR 8285).

3 – A incompatibilidade química é indicada pela letra X. No caso das letras A, B, C e D, deve ser consultada a legenda abaixo.

Legenda:

X = Incompatível

A = Incompatível para produtos da classe 2.3 que apresentem toxicidade por inalação LC50 < 1000 ppm.

B = Incompatível apenas para os produtos da classe 4.1 com os seguintes números da ONU: 3221, 3222, 3231 e 3232

C = Incompatível apenas para os produtos da classe 5.2 com os seguintes números da ONU: 3101, 3102, 3111 e 3112

D = Incompatível apenas para os produtos da classe 6.1 do grupo de embalagem l.

Classe 4 - Sólidos Inflamáveis

Esta classe abrange todas as substâncias sólidas que podem se inflamar na presença de uma fonte de ignição, em contato com o ar ou com água, e que não estão classificados como explosivos.

De acordo com o estado físico dos produtos desta classe, a área atingida em decorrência de um acidente é, normalmente, bastante restrita, uma vez que sua mobilidade no meio é muito pequeno quando comparado à dos gases ou líquidos, facilitando assim as operações a serem desencadeadas para o controle de emergência.

Em função da variedade das características dos produtos desta classe, os mesmos estão agrupados em 3 subclasses distintas a saber:

  1. sólidos inflamáveis

  2. substâncias sujeitas a combustão espontânea

  3. substâncias que, em contato com a água, emitem gases inflamáveis.

Subclasse 4.1

Os produtos desta subclasse podem inflamar-se quando expostos ao calor, choque ou atrito alem de chamas vivas.

A facilidade de combustão deve ser tanto maior quanto mais dividido estiver o material.

Os conceitos de ponto de fulgor e limites de inflamabilidades apresentados em também são aplicados aos produtos desta classe.

Como exemplos desses produtos podem ser citados o nitrato de uréia e o enxofre.

Subclasse 4.2 – Substâncias sujeitas a combustão espontânea.

Nesta subclasse estão agrupados os produtos que podem se inflamar em contato com o ar, mesmo sem a presença de uma fonte de ignição. Devido a esta característica , estes produtos são transportados , na sua maioria, em recipientes com atmosferas inertes ou imersos em querosene ou água.

Quando da ocorrência de um acidente envolvendo esses produtos a perda da fase líquida, pode propiciar o contato dos mesmos com o ar, motivo pelo qual a estanqueirdade do vazamento deve ser adotada imediatamente.

Outra ação a ser desencadeada em caso de acidente é o lançamento de água sobre o produto, de forma a mante-lo constantemente úmido, desde que o mesmo seja compatível com água, evitando assim sua ignição espontânea.

O fósforo, branco ou amarelo e o sulfeto de sódio são exemplos de produtos que se ignizam espontaneamente quando em contato com o ar.

Subclasse 4.3 – substâncias que em contato com a água, emitem gases inflamáveis.

As substâncias pertencentes a esta classe, por interação com a água, podem tornar-se espontaneamente inflamáveis ou produzir gases inflamáveis em quantidades perigosas. O sódio metálico, por exemplo, reage de maneira vigorosa quando em contato com a água, liberando o gás hidrogênio que é altamente inflamável. Outro exemplo é o carbureto de cálcio, que por interação com a água libera acetileno.

De uma maneira geral, os produtos desta classe, e principalmente os das subclasses 4.2 e 4.3 , liberam gases tóxicos ou irritantes quando entram em combustão.

Pelo exposto, e associado à natureza dos eventos, as ações preventivas são de suma importância, pois, quando as reações decorrentes destes produtos se iniciam, ocorrem de maneira rápida e praticamente incontrolável.

Procedimentos em casos de Emergência.

Classe 4 - Sólidos Inflamáveis

A princípio adotam-se os seguintes procedimentos:

  1. Verificar a ficha de emergência do produto.

  2. Os operadores devem vestir roupas de nível B e proteção respiratória com filtro GA combinado.

  3. Evitar entrar na nuvem(poeira)

  4. Isole a área do local do acidente com fitas zebrada.

  5. Tome medidas rigorosas nos locais desfavoráveis ao vento, inclusive se for necessário aumentar a área de isolamento.

  6. Não lance água sobre o produto, pois de maneira geral os produtos desta classe em contato com a água tornam-se espontaneamente inflamáveis ou podem produzir gases inflamáveis.

  7. Não permitir fontes de ignição , veículos, superficies quentes, fosforo, cigarros e atritos próximos ao local.

  8. Monitorar toda área dentro e fora de isolamento, para identificação da presença de gases ou vapores inflamáveis ou tóxicos.

  9. Inspecione visualmente os recipientes para verificar prováveis vazamentos.

  10. Se for verificado perfuração simples e pequena ou furos irregulares em embalagens de sacos plásticos ou de papel.

Utilizar sacos plásticos

Utilizar fitas adesivas.

  1. Acondicionar o resíduo em bombonas de PVC, sacos plásticos, varrer cuidadosamente a superfície atingida.

  2. Os resíduos que forem coletados, deverão ser embalados, devidamente sinalizados e identificados para seu descarte final.

Procedimentos para descontaminação de pessoas e EPI’s

  1. Lavar a vestimenta de proteção com água em abundância, esfregando com escova.

  2. Retirar a vestimenta de proteção e acondicioná-las em saco plástico.

  3. Remover a proteção respiratória e acondicioná-la em saco plástico.

  4. Trocar as roupas internas por roupas limpas e acondicioná-las em saco plástico,

  5. Lavar mãos, unhas, boca e nariz.

Procedimentos em casos de pessoas contaminadas – Primeiros socorros.

  1. remover a vítima para ar fresco e solicitar assistência médica.

  2. Se a vítima não estiver respirando, fazer respiração artificial, se a respiração é difícil, administrar oxigênio.

  3. Remover e isolar imediatamente, roupas e calçados contaminados.

  4. É de extrema importância a rápida remoção do produto da pele.

  5. Em caso de contato com o produto, lavar imediatamente a pele ou os olhos com água corrente, durante pelo menos 15 minutos.

  6. Manter a vítima imóvel e agasalhada para manter a temperatura normal do corpo.

  7. Os efeitos podem ser retardados, manter a vítima em observação.

Classe 5 – Oxidantes e Peróxidos Orgânicos.

Oxidantes são materiais que liberam oxigênio rapidamente para sustentar a combustão dos materiais orgânicos. Outra definição semelhante afirma que os Oxidantes são materiais que geram oxigênio à temperatura ambiente, ou quando levemente aquecidos. Assim, pode-se verificar que ambas as definições afirmam que o oxigênio é sempre liberado por agentes Oxidantes.

Devido a facilidade de liberação de oxigênio, estas substâncias são relativamente instáveis e reagem quimicamente com uma grande variedade de produtos.

Apesar de grande maioria das substâncias Oxidantes não serem inflamáveis , o simples contato delas com produtos combustíveis pode gerar um incêndio, mesmo sem a presença de fontes de ignição.

Outro aspecto a considerar é a grande reatividade dos Oxidantes com compostos orgânicos. Geralmente essas reações são vigorosas, ocorrendo grande liberações de calor, podendo acarretar fogo ou explosão. Mesmo pequenos traços de um Oxidante podem causar a ignição de alguns materiais, tais como o enxofre , a terebintina, o carvão vegetal, etc.

Quando houver necessidade de conter ou absorver produtos Oxidantes, deve ser considerado que a maioria deles pode reagir com matéria orgânica, e que portanto, nas ações de contenção/absorção, não pode ser utilizada terra, serragem ou qualquer outro material incompatível. Nestes casos, recomenda-se a utilização de materiais inertes e umedecidos, como por exemplo a areia.

Muitos dos produtos aqui classificados necessitam de equipamentos cativos para as operações de transbordo. Isto se deve à alta instabilidade química de certas substâncias desse grupo, como, por exemplo o peróxido de hidrogênio ( água oxigenada).

Um dos métodos mais utilizados e eficientes para a redução dos riscos oferecidos pêlos Oxidantes é a diluição em água, desde que o produto seja compatível com a mesma.

A diluição tem por objetivo reduzir o poder Oxidante e sua instabilidade. Porém devido a grande solubilidade de alguns desses produtos, a água de diluição deve ser armazenada de modo a evitar poluição.

A classe 5 está dívidas nas subclasses 5.1 e 5.2. Os Peróxidos orgânicos são agentes de alto poder Oxidante, sendo que, destes, a maioria é irritante para os olhos, pele, mucosas e garganta. No entanto, as informações já descritas são válidas, tanto para os Oxidantes, como para os Peróxidos orgânicos.

Exemplos de substâncias oxidantes:

Alguns sais – nitratos,cloretos e permanganatos.

Peróxidos orgânicos-peróxido de sódio ou potássio

Alguns ácidos- ácido nítrico e ácido perclórico

Alguns elementos – oxigênio , flúor e cloro

Alguns gases- trifluoreto de cloro e tetróxido de nitrogênio

Nitratos orgânicos-nitrato de propila ou butila

Procedimentos em casos de emergência.

Classe 5 – Peróxidos Orgânicos e Oxidantes

A principio adota-se os seguintes procedimentos:

01) Verificar a ficha de Emergência do produto.

02) Operadores devem vestir roupas de nível B e proteção respiratória com filtro GA

Combinado

03) Evite entrar na nuvem (gás, vapores).

  1. Isole a área do local do acidente com fitas zebrada.

  2. Tome medidas rigorosas nos locais desfavoráveis ao vento, inclusive se for necessário aumentar a área de isolamento.

  3. Se houver poças de líquidos, tome atenção especial,pois há possibilidade de entrar em contato com produtos combustíveis podendo gerar um incêndio.

  4. Não permitir fontes de ignição, veículos, superfícies quentes, fósforos, cigarros e atritos próximo ao local.

  5. Monitorar toda área dentro e fora de isolamento, para identificação da presença de gases ou vapores inflamáveis, produtos fortemente Oxidante provoca ignição de gases e vapores inflamáveis.

  6. Inspecione visualmente os recipientes para verificar prováveis vazamentos.

10) Se for verificado perfurações simples e pequena ou furos irregulares:

  • Utilizar batoques de polipropileno (furos).

11) Diluir o produto derramado com água em abundância.

12) Para absorver o produto evitando maiores áreas de contaminação, utilizaremos Ab Zorbit, para que o produto seja absorvido.

13) Os resíduos que forem coletados deverão ser embalados, devidamente sinalizados e identificados para seu descarte final.

Procedimentos para Descontaminação de Pessoas e EPI’s.

  1. Lavar a vestimenta de proteção com água em abundância, esfregando com escova.

  2. Retirar a vestimenta de proteção e acondicioná-la em sacos plástico.

  3. Remover a proteção respiratória e acondicioná-la em saco plástico

  4. Trocar as roupas internas por roupas limpas e acondicioná-las em saco plástico.

  5. Lavar mãos , unhas, boca e nariz.

Procedimentos em Casos de Pessoas Contaminadas-Primeiros Socorros
  1. Remover a vitima para ar fresco e solicitar assistência médica.

  2. Se a vitima não estiver respirando, fazer respiração artificial , se a respiração é difícil, administrar oxigênio.

  3. Remover e isolar imediatamente, roupas e calçados contaminados.

  4. É de extrema importância a rápida remoção do produto da pele.

  5. Em caso de contato com o produto, lavar imediatamente a pele ou os olhos com água corrente, durante pelo menos 15 minutos.

  6. Manter a vitima imóvel e agasalhada para manter a temperatura normal do corpo.

  7. Os efeitos podem ser retardados,manter a vitima em observação.

CLASSE 6- Substâncias Tóxicas

São substancias capazes de provocar a morte ou danos à saúde humana, se ingeridas, inaladas ou por contato com a pele, mesmo em pequenas quantidades.

A inalação é a via mais rápida e comum de contato dos produtos químicos com o organismo humano

.Apesar da pele e a gordura agirem como uma barreira protetora do corpo, algumas substancias, com o acido cianídrico, ácido sulfúrico o ,mercúrio e alguns defensivos agrícolas, têm a capacidade de penetrar através das mesma e atingirem a corrente sangüínea, atuando como agente toxico generalizado.

Quando a ingestão , esta é considerada uma via de ingresso secundaria , uma vez que tal fato fornece somente ocorre de forma acidental.

Os efeitos gerados a partir de contato com substancias toxicas estão relacionadas com o grau de toxicidade destas e o tempo de exposição ou dose.

Em função do alto risco apresentado pêlos produtos desta classe, durante as operações de atendimento a emergência, é necessária a utilização de equipamentos de proteção respiratória. Dentre esses equipamentos, pode-se citar as mascaras faciais ou filtros químicos e os conjuntos autônomos de respiração a ar comprimido.

Deve-se sempre ter em mente que os filtros químicos apenas retém os poluentes atmosféricos, não fornecendo oxigênio, e, dependendo das concentrações, podem saturar-se rapidamente.

Quando à escolha do filtro adequado, é indispensável que o produto presente na atmosfera seja previamente identificado. Já os conjuntos autônomos de respiração a ar comprimido deve ser utilizados em ambientes confinados em situações onde o produto envolvido não está identificado ou em atmosferas com altas concentrações de poluentes.

Comumente, associa-se a existência de um produto num ambiente com a presença um odor. No entanto como já foi mencionado anteriormente, nem sempre isso ocorre. Algumas substancias são inodoras, enquanto outras tem a capacidade de inibir o sentido olfativo, podendo conduzir o indivíduo a situações de risco. O gás sulfídrico, por exemplo, apresenta um odor característicos em baixas concentrações, porém, em altas concentrações podem inibir a capacidade olfativa. Assim sendo é fundamental que nas operações de emergências onde produtos desta natureza estejam presentes, seja realizado constante monitoramento da concentrações dos produtos na atmosfera.

Os resultados obtidos neste monitoramento podem ser comparados com valores de referencia conhecido como por exemplo, o LT-limite de tolerância que é a concentração na qual um trabalhador pode ficar exposto durante oito horas diárias ou quarenta e oito horas semanais, sem sofrer efeitos adversos à sua saúde; e também, o IDLH, que é o valor imediatamente perigoso à vida , ao qual uma pessoa pode ficar exposta durante trinta minutos sem sofrer danos a sua saúde.

Dado o alto grau de toxidade dos produtos da classe 6,faz-se necessário lembrar que a operação de concentração dos mesmos é de fundamental importância , já que normalmente são também muito tóxicos para a vida aquática, representando portanto alto potencial de risco para a contaminação dos corpos d água devendo ser dada atenção especial aqueles utilizados em recreação, irrigação, dessedentação de animais e abastecimento público.

PROCEDIMENTOS EM CASOS DE EMERGENCIA

Classe 6.- Substâncias Tóxicas

A princípio adotam-se os seguintes procedimentos:

  1. Verificar a Ficha de Emergência do produto ..

  2. Operadores devem vestir roupas de nível roupas de nível B e proteção respiratória com filtro GA Combinado.

  3. Evite entrar na nuvem (gás vapores)

  4. Isole a área do local do acidente com fitas zebrada.

  5. Tome medidas rigorosas nos locais desfavoráveis ao vento.Inclusive se for necessário aumentar a área de isolamento.

  6. Se houver poças de líquidos , tome atenção especial. Pois há possibilidade de formar misturas explosivas.

  7. Não permitir fontes de ignição ,veículos, superfícies quentes,fosforo,cigarro e atritos próximo ao local.

  8. Monitorar toda área dentro e fora de isolamento ,para identificação da presença de gases e vapores tóxicos.

  9. Inspecione visualmente os recipientes para verificar prováveis vazamentos.

  10. Se for verificado perfuração simples e pequena ou furos irregulares:

- Utilizar batoques de polipropileno(furos).

- Utilizar cunhas (rasgos ,trincas ,rachaduras) .

  1. Para absorver o produto evitando maiores áreas de contaminação, utilizaremos Ab Zobit, para que o produto seja absorvido.

  2. Os resíduos que forem coletados , deverão ser embalados, devidamente sinalizados e identificados para seu descarte final.

Procedimentos para Descontaminação de Pessoas e EPI’s.

  1. Lavar a vestimenta de proteção com água em abundância, esfregando com escova.

  2. Retirar a vestimenta de proteção e acondicioná-la em saco plástico.

  3. Remover a proteção respiratória e acondicioná-la em sacos plástico.

  4. Trocar as roupas internas por roupas limpas e acondicioná-las em sacos plástico.

  5. Lavar mãos , unhas ,boca e nariz.

Procedimentos em Casos de Pessoas Contaminadas- Primeiros Socorros

1) Remover a vitima para ar fresco e solicita assistência médica.

2)Se a vítima não estiver respirando, fazer respiração artificial, se a respiração é difícil, administrar oxigênio.

3)Remover e isolar imediatamente, roupas e calçados contaminados.

É de extrema importância a rápida remoção do produto da pele.

4)Em caso de contato com o produto , lavar imediatamente a pele ou os olhos com água corrente, durante pelo menos 15 minutos.

5)Manter a vitima imóvel e agasalhada para manter a temperatura normal do corpo.

6)Os efeitos podem ser retardados, manter a vitima em observação.

Classe 8-Corrosivos

São substâncias capazes de causar desgaste, modificando química ou corrosãoo quando em contato com materiais. Evidentemente , tais materiais são capazes de provocar danos também aos tecidos humanos. Basicamente, existem 2 tipos dos principais grupos de materiais que apresentam essas propriedades, e são conhecidos como ácidos e bases.

Ácidos: ácido sulfúrico, ácido clorídrico e ácido nítrico , (ph<7)

Bases: hidróxido de alumínio , hidróxido de cálcio , hidróxido de sódio ( ph>7 )

A principio adotam-se os seguintes procedimentos:

01) Verificar a Ficha de Emergência do produto.

02) Operadores devem vestir roupas de nível B e proteção respiratória com filtro GA Combinado

  1. Evite entrar na nuvem (gás, vapores).

04)Isole a área do local do acidente com fitas zebrada.

05)Tome medidas rigorosas nos locais desfavoráveis ao vento, inclusive se for necessário aumentar a área de isolamento.

06)Se houver poças de líquidos, tome atenção especial, pois há possibilidade de formar misturas explosivas.

07) Não permitir fontes de ignição, veículos, superfícies quentes ,fósforos, cigarros e atritos próximo ao local

08) Inspecione visualmente os recipientes para verificar prováveis vazamento.

09) Se for verificado perfurações simples e pequena ou furos irregulares, estancar o vazamento se isso puder ser feito com segurança.

- Utilizar batoques de polipropileno(furos)

- Utilizar cunhas(rasgos, trincas ,rachaduras)

- Utilizar massa vedante(Epoxi Submarina

10)- Para absorver o produto evitando maiores áreas de contaminação ,utilizaremos Ab Zorbit, para que o produto seja absorvido.

11)- Neutralizar a área com solução de cal hidratada(acido) e Ácido Acético(base), sempre mesma quantidade de produto x mesma quantidade de produto derramado com auxilio de um regador.

12)- Os resíduos que forem coletados , deverão se embalados , devidamente sinalizados e identificados para seu descarte final.

Procedimentos para Descontaminação de Pessoas e EPI’s.

01)- Lavar a vestimenta de proteção com água em abundância ,esfregando com escova.

02)- Retirar a vestimenta de proteção e acondicioná-la em sacos plásticos.

03)- Remover a proteção respiratória e acondicioná-la em saco plástico

04)- Trocar as roupas internas por roupas limpas e acondicioná-las em saco plástico.

05)- Lavar mãos, unhas ,boca e nariz.

Procedimentos em Casos de Pessoas Contaminadas-Primeiros Socorros

01)- Remover a vitima para ar fresco e solicitar assistência medica

02)- Se a vitima não estiver respirando , fazer respiração artificial ,se a respiração é difícil, administrar oxigênio.

03)- Remover e isolar imediatamente ,roupas e calçados contaminados.

04)- É de extrema importância a rápida remoção do produto da pele.

05)- Em caso de contato com o produto , lavar imediatamente a pele ou os olhos com água corrente, durante pelo menos 15 minutos.

06)- Manter a vitima imóvel e agasalhada para manter a temperatura normal do corpo.

07)- Os efeitos podem ser retardados, manter a vítima em observação.

Classe 9- Substâncias Perigosas Diversas

Esta classe engloba os produtos que apresentam riscos não abrangidos pelas demais classes.

Para esses produtos são aplicados todos os procedimentos básicos já descritos, além de outros especificados, de acordo com o tipo de produtos e local da ocorrência.

A principio adotam-se os seguintes procedimentos:

  1. Verificar a Ficha de Emergência do produto.

  2. Operadores devem vestir roupas de nível B e proteção respiratória com filtro GA Combinado

  3. Evite entrar na nuvem(gás , vapores).

  4. Isole a área do local do acidente com fitas zebradas.

  5. Tome medidas rigorosas nos locais desfavoráveis ao vento, inclusive se for necessário aumentar a área de isolamento.

  6. Se houver poças de líquidos, tome atenção especial, pois há possibilidade de formar misturas explosivas.

  7. Não permitir fontes de ignição, veículos , superfícies quentes, fósforos, cigarros e atritos próximo ao local.

  8. Monitorar toda área dentro e fora de isolamento, para identificação da presença de gases ou vapores inflamáveis ou tóxicos.

  9. Inspecione visualmente os recipientes para verificar prováveis vazamentos.

  10. Se for verificado perfuração simples e pequena ou furos irregulares:

Utilizar batoques de polipropileno(furos).

Utilizar cunhas(rasgos, trincas, rachaduras)

11- Absorver o produto evitando maiores áreas de contaminação

12- Os resíduos que forem coletados , deverão ser embalados , devidamente sinalizados e identificados para seu descarte final.

Jorge Freitas/ Segurança Industrial

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