Power Interprete

Power Interprete

Art. 20. Nos próximos dez anos (...) o Mec ou instituições de ens. superior por ele credenciadas para essa finalidade promoverão, anualmente, exame nacional de proficiência em tradução e interpretação de Libras - Língua Portuguesa.

  • Art. 20. Nos próximos dez anos (...) o Mec ou instituições de ens. superior por ele credenciadas para essa finalidade promoverão, anualmente, exame nacional de proficiência em tradução e interpretação de Libras - Língua Portuguesa.

  • P. único. O exame de proficiência em tradução e interpretação de Libras – Língua Portuguesa deve ser realizado por banca examinadora de amplo conhecimento dessa função (...).

  • Art. 21. A partir de 1 ano da publicação deste Decreto, as instituições federais de ensino da educação básica e da educação superior devem incluir, em seus quadros, em todos os níveis, etapas e modalidades, o tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa, para viabilizar o acesso à comunicação, à informação e à educação de alunos surdos.

I - nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino;

  • I - nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino;

  • II - nas salas de aula para viabilizar o acesso dos alunos aos conhecimentos e conteúdos curriculares, em todas as atividades didático-pedagógicas; e

  • III - no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades-fim da instituição de ensino.

  • § 2o As instituições privadas e as públicas dos sistemas de ensino federal, estadual, municipal e do Distrito Federal buscarão implementar as medidas referidas neste artigo como meio de assegurar aos alunos surdos ou com deficiência auditiva o acesso à comunicação, à informação e à educação.

os intérpretes quando traduzem do português para a LS estão expostos fisicamente;

  • os intérpretes quando traduzem do português para a LS estão expostos fisicamente;

  • os surdos normalmente não têm como checar a interpretação;

  • os intérpretes estabelecem vínculo com os surdos através do olhar, restringindo a participação do falante, dependendo da disposição física dos participantes;

  • o fato de estarem expostos e conectados visualmente com os surdos permite o acesso a feedback, comentários e indagações durante a interpretação sem interferência direta no discurso do falante;

dependendo do contexto comunicativo, o intérprete acaba assumindo uma função que extrapolaria as relações convencionais de tradução e interpretação minimizando o papel do falante (sala de aula);

  • dependendo do contexto comunicativo, o intérprete acaba assumindo uma função que extrapolaria as relações convencionais de tradução e interpretação minimizando o papel do falante (sala de aula);

  • estabelece-se uma relação de confiança que depende, inclusive, de uma relação que extrapola a profissional (os intérpretes têm que conviver com os surdos, eles não têm acesso à língua de sinais de outra forma);

  • a diferença na modalidade permite o uso concomitante de sinais e de palavras orais comprometendo a estrutura da língua de sinais;

  • “Os vizinhos estão quebrando o pau.”

  • “Estou morrendo de dor de cabeça!”

Gramaticalmente:

  • Gramaticalmente:

  • a comparação é caracterizada pela presença de conectivos e / ou advérbios de intensidade.

  • Na metáfora usa uma palavra no lugar de outra.

  • Toda metáfora pressupõe uma comparação, cujos elementos de comparação foram eliminados.

“Toda profissão tem seus espinhos.”

  • “Toda profissão tem seus espinhos.”

  • “Murcharam-lhe os entusiasmos da mocidade.”

  • “Minha namorada é um doce.”

  • “Meu namorado é um cavalo.”

  • (...)

metonímia ou transnominação: emprego de um termo por outro, dada a relação de semelhança ou a possibilidade de associação entre eles:

  • metonímia ou transnominação: emprego de um termo por outro, dada a relação de semelhança ou a possibilidade de associação entre eles:

  • O meu irmão adora danone.

  • Gosto de ler Jorge Amado.

  • Estava com tanta fome que comeu um prato de arroz.

  • (...)

CATEGORIA

  • CATEGORIA

CATEGORIA

  • CATEGORIA

CATEGORIA

  • CATEGORIA

CATEGORIA

  • CATEGORIA

Cabe ao intérprete na ação de seu trabalho não usar uma leitura imediata, mas sim pensar em uma relação entre X e Y, buscando semelhanças que viabilizem a metáfora na língua alvo, como um processo de decifração

  • Cabe ao intérprete na ação de seu trabalho não usar uma leitura imediata, mas sim pensar em uma relação entre X e Y, buscando semelhanças que viabilizem a metáfora na língua alvo, como um processo de decifração

Técnica= procedimento ou o conjunto de procedimentos que têm como objetivo obter um determinado resultado, seja no campo da Ciência, da Tecnologia, das Artes ou em outra atividade.

  • Técnica= procedimento ou o conjunto de procedimentos que têm como objetivo obter um determinado resultado, seja no campo da Ciência, da Tecnologia, das Artes ou em outra atividade.

1ª ferramenta: Conhecimento prévio do assunto; Saber do que ele(a) vai falar antes de traduzir (quando for apresentar um trabalho, em palestras, nos foruns, delegacias, hospitais, etc...)

  • 1ª ferramenta: Conhecimento prévio do assunto; Saber do que ele(a) vai falar antes de traduzir (quando for apresentar um trabalho, em palestras, nos foruns, delegacias, hospitais, etc...)

  • 2ª ferramenta: Conhecer o surdo ou ter contato com o surdo (vivencia, conhecer seus dialetos)

  • 3ª ferramenta: Vocabulário amplo conhecer sinônimos (pra não ficar repetitivo – ex: medo, pânico, aterrorizado).

4ª ferramenta: Cuidados com os vícios da língua portuguesa. (né, pois é, iai, ele disse...).

  • 4ª ferramenta: Cuidados com os vícios da língua portuguesa. (né, pois é, iai, ele disse...).

  • 5ª ferramenta: Ser fiel na tradução (fazer um paralelo entre a expressão e a entonação).

  • 6ª ferramenta: Tempo de movimento que se usa na língua de sinais fazendo um paralelo com o ritmo da fala. Ex: isso é muito bom; foi muito bom te encontrar.

O intérprete assume o discurso do orador;

  • O intérprete assume o discurso do orador;

  • O surdo ou outro profissional “corrigir” o intérprete;

  • O desinteresse dos surdos pela interpretação;

Cadeira sem braços, confortável e que facilite a movimentação;

  • Cadeira sem braços, confortável e que facilite a movimentação;

  • Ter postura correta da coluna, posicionando mais à frente;

  • Não ter pessoas ao lado nem muito próximas.

Durante o lag-time o intérprete se vale de alguns tipos de memória para não haver perda de conteúdo – quanto mais longo o lag-time melhor será a interpretação

  • Durante o lag-time o intérprete se vale de alguns tipos de memória para não haver perda de conteúdo – quanto mais longo o lag-time melhor será a interpretação

  • Metade

  • (Osvaldo Montenegro)

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